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"Havia a possibilidade de colocar os jogadores em segurança": Bruno de Carvalho após ser dispensado de próximas sessões do julgamento

Julgamento do ataque à Academia continua esta terça-feira.
Correio da Manhã 18 de Novembro de 2019 às 07:38
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno Jacinto na chegada ao tribunal
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno Jacinto na chegada ao tribunal
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno Jacinto na chegada ao tribunal
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete
Bruno de Carvalho chega ao tribunal de Monsanto para a primeira sessão do julgamento do ataque a Alcochete

O julgamento do processo do ataque à academia de futebol do Sporting, em Alcochete, começou esta segunda-feira no Tribunal de Monsanto, em Lisboa, com 44 arguidos, entre os quais o ex-presidente Bruno de Carvalho.

O processo pertence ao Tribunal de Almada, mas por "questões de logística e de segurança" realiza-se em Monsanto, em Lisboa, explicou anteriormente à agência Lusa fonte judicial, e terá como presidente do coletivo de juízes Sílvia Pires.

Bruno de Carvalho, Mustafá e Bruno Jacinto, ex-oficial de ligação aos adeptos, estão acusados, como autores morais, de 40 crimes de ameaça agravada, de 19 crimes de ofensa à integridade física qualificada e de 38 crimes de sequestro, todos estes (97 crimes) classificados como terrorismo.

Os três arguidos respondem ainda por um crime de detenção de arma proibida agravado e Mustafá também por um crime de tráfico de estupefacientes.

Aos arguidos que participaram diretamente no ataque à academia, o MP imputa-lhes a coautoria de 40 crimes de ameaça agravada, de 19 crimes de ofensa à integridade física qualificada e de 38 crimes de sequestro, todos estes (97 crimes) classificados como terrorismo.

Estes 41 arguidos vão responder ainda por dois crimes de dano com violência, por um crime de detenção de arma proibida agravado e por um crime de introdução em lugar vedado ao público.

Ao minuto:

17h30 -
À saída do Tribunal de Monsanto, Bruno de Carvalho afirmou que "havia a possibilidade de colocar os jogadores em segurança". O antigo presidente leonino explicou também que a juíza aceitou o seu pedido, para que fosse dispensado de assistir ao julgamento. A defesa de Bruno de Carvalho alegou que o arguido trabalha e não tem carro próprio para se deslocar.

17h00 - 
Bruno Jacinto revela que sabia do ataque a Alcochete e não avisou a PSP. Terminou a primeira sessão de julgamento.

16h26 - Bruno Jacinto afirma que era possível a qualquer sócio pagar um extra para viajar no avião de equipa, quando questionado.

16h21 -  A quem Geraldes reportava? - Ao presidente.

16h20 - Para além de pessoas a falar, viu mais alguma coisa? - Nada.

16h19 -
O que estava lá o segurança a fazer? Jacinto responde que "esteve de um lado para o outro. Desagradado. Ao telefone".

16h15 -
Advogado de Bruno diz que não foi por acaso que foi pedida uma reconstituição, apelidando os arguidos de "terroristas". Juíza trava liguagem e comentários.

16h12 -
Retoma a defesa de Bruno de Carvalho, questionando que quantas foram as reuniões entre a claque e a direção.  Bruno Jacinto avança que foram duas, na 'Casinha'. Advogado quer continuar a fazer perguntas mas juíza não o deixa avançar.

16h11 -
Advogado de Jacinto garante que cliente não vai responder a nenhuma questão que seja relativa ao dia 15.

16h08 -
Advogado de Bruno de Carvalho tenta falar mas juíza adverte-o. "Não quero conversas cruzadas".

16h02 -
"Todos os arguidos são sócios da Juve Leo?", questiona a juíza. Jacinto responde que são apenas 14.

16h00 -
Juíza questiona o arguido sobre o ataque de tochas à baliza de Rui Patrício. Bruno Jacinto diz que, apesar do controlo, passam tochas. Acrescenta ainda que foram aplicadas multas.

15h57 -
"Se adeptos não vão à Academia nem ao estádio, como diz, então raramente confrontavam os jogadores", intervém a juíza.

15h25 -
Fala agora o advogado Aníbal Pinto que questiona Jacinto sobre se era sua função chamar a atenção, a pedido de Bruno de Carvalho, para a questão do controlo das tochas e das tarjas. Bruno Jacinto responde que o comportamento estava melhor nos últimos anos, sendo que a sua função era "fazer essa advertência".

15h22 -
"Em outras situações, em que adeptos foram lácomo soube?", questiona o advogado Miguel Matias. Arguido responde que soube "só através da comunicação social". 
É novamente questionado sobre se essas idas eram consentidas, ao qual responde "Não sei. Nunca participei".

15h08 -
Juíza insiste com o arguido sobre o facto deste saber de véspera que os ataques à Academia estavam iminentes.

15h03 -
Segundo Jacinto, após o jogo com o Atlético de Madrid, os jogadores mostraram desagrado e começaram os conflitos internos.

14h49 -
Bruno Jacinto diz que durante 30 ou 40 minutos de conversa confrontou Mustafá e Fernando Mendes que disseram que não entraram de cara tapada na Academia de Alcochete.

12h17 -
No Aeroporto da Madeira, e já depois do Sporting ter perdido o jogo e de um grupo de adeptos ter atacado os jogadores, embarcar de regresso a Lisboa, Bruno Jacinto ouviu Mustafá, Fernando Mendes e outro elemento da claque dizer que Bruno de Carvalho lhes disse "façam o que quiserem".

12h05 -
Juíza confronta o arguido sobre o facto deste não ter contactado ninguém da Direção do Sporting no momento em que chegou à Academia.

11h48 -
Bruno Jacinto diz que tentou avisar várias vezes André Geraldes para a iminência de um ataque de Alcochete e acrescenta que, quando faltavam dez minutos para as 17h00 desse dia, ele próprio ligou para a Academia, para um segurança, avisando do ataque. 
O arguido diz que avisou também sobre os principais alvos que seriam Rui Patrício, William Carvalho e Marcos Acuña.

11h24 - Bruno Jacinto, o elo de ligação entre o Clube e as claques, é o único arguido que vai falar no julgamento. Bruno Jacinto envolve, para já, alguém que não é arguido neste processo, o antigo Diretor Geral do Sporting.

O arguido diz que reportou a André Geraldes, por SMS, a avisar que ia haver um ataque no dia seguinte à Academia de Alcochete.
André Geraldes perguntou-lhe apenas se o ataque seria no dia seguinte.

11h23 -
Bruno de Carvalho diz não querer falar. 

11h12 -
Até ao momento, 20 dos 44 arguidos declararam que não querem falar, entre eles Elton Camará e Nuno Torres, o condutor do BMW que foi visto a sair da Academia após o ataque.

11h10 -
Bruno de Carvalho pede para sair da sala e é-lhe concedido o pedido.

10h50 -
A sessão começou Juíza fala em "empreitada".
Estão 15 polícias no interior da sala de julgamentos 

10h27 - Fernando Mendes não está presente devido a tratamentos de quimioterapia;

09h33 - Bruno de Carvalho chega ao Tribunal de Monsanto e não responde às questões dos jornalistas. 

09h28 - "Depois do muito tempo em que estiveram submetidos a medidas de coação privativas de liberdade, o que pretendemos é que o julgamento corra com serenidade e rapidez", refere o advogado Miguel Matias à chegada à sessão.
"O meu cliente foi dos poucos arguidos que logo em sede de interrogatório judicial falou e confessou a sua participação que não foi, naturalmente, aquele que se pretende aqui. Está arrependido daquilo que fez que foi entrar na Academia, mais nada", acrescenta.



09h23 - Em declarações aos jornalistas, o advogado de Bruno Carvalho afirma que este quer apenas "trazer a verdade a este processo e não está cá para fazer outra coisa". 



09h17 - À chegada ao tribunal, Aníbal Pinto, advogado de quatro dos arguidos do processo, refere que "é preciso aferir se existiram mandantes, se existiu uma razão para afetar aquilo que são os ativos de um clube o que, aparentemente, não é muito intendível".

O advogado sublinha que a maioria dos jovens conseguiu refazer a vida, mas ainda "sujeitos a medidas de privação de liberdade". 

"Um ano e meio passado, e prevendo-se que ainda demorará, pelo menos, mais um ano e meio até concluir este processo", acrescenta.

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