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Correio da Manhã

Portugal

Ladrões assaltam sete vezes a mesma escola

Grupo furtava desde computadores a rebuçados, em jardim de infância de Cantanhede.
Paula Gonçalves 13 de Janeiro de 2019 às 01:30
Edifício onde está instalado o Jardim de Infância de Corticeiro de Cima foi assaltado
Edifício onde está instalado o Jardim de Infância de Corticeiro de Cima foi assaltado
Edifício onde está instalado o Jardim de Infância de Corticeiro de Cima foi assaltado
Edifício onde está instalado o Jardim de Infância de Corticeiro de Cima foi assaltado
Edifício onde está instalado o Jardim de Infância de Corticeiro de Cima foi assaltado
Edifício onde está instalado o Jardim de Infância de Corticeiro de Cima foi assaltado
Edifício onde está instalado o Jardim de Infância de Corticeiro de Cima foi assaltado
Edifício onde está instalado o Jardim de Infância de Corticeiro de Cima foi assaltado
Edifício onde está instalado o Jardim de Infância de Corticeiro de Cima foi assaltado

Edifícios escolares e juntas de freguesia eram os principais alvo

s de um grupo de quatro assaltantes julgado no Tribunal de Coimbra, pela prática de nove furtos qualificados, entre 2013 e 2016. Os arguidos, que atualmente têm entre 21 e 28 anos, assaltaram sete vezes o mesmo jardim de infância em Corticeiro de Cima, no concelho de Cantanhede.

O método usado era sempre o mesmo: atuavam durante a noite, partiam o vidro de uma janela e no interior furtavam tudo o que podiam transportar. Desde equipamento informático e audiovisual, até chocolates, gelatinas, iogurtes e rebuçados.

Ainda na aldeia de Corticeiro de Cima, o edifício da junta de freguesia foi também assaltado, tendo sido furtado equipamento informático no valor de 1500 euros.

O Ministério Público atribuiu ainda ao mesmo grupo outros assaltos a edifícios públicos praticados já no concelho de Mira. Foram alvo da atuação dos arguidos as instalações da Escola do 1º Ciclo de Carapelhos, tal como a Junta de Freguesia e a Associação Social e Recreativa os Unidos das Donas. Do interior levaram televisores, telemóveis, dinheiro e até um telefone público que estava fixado numa parede.

Segundo a acusação do Ministério Público, cada um destes assaltos era devidamente planeado e no final os arguidos distribuíam entre si os bens furtados. Os prejuízos ascendem a cinco mil euros.

Os assaltantes, desempregados, residem próximo das zonas onde faziam os assaltos ou em concelhos vizinhos.n

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