Interessados começaram a chegar ainda de madrugada e ‘acamparam’ junto ao edifício.
Cerca de 200 membros de forças de segurança, magistrados, armeiros e particulares participaram ontem no leilão de armas da PSP, realizado pela primeira vez no Comando Metropolitano do Porto. Devido ao número limitado de lugares, houve até quem tivesse ‘acampado’ junto ao edifício. Pelas 06h30, já havia interessados à espera da iniciativa, que teve início às 09h00 e prossegue hoje.
Ao todo, estão à venda 200 armas, que foram apreendidas no âmbito de contraordenações. Aquelas que foram usadas em crimes de sangue não vão a leilão, uma vez que são destruídas. Os preços praticados são mais baixos do que nas lojas de armeiros, o que explica a adesão registada. A licitação mais alta de ontem atingiu os 1600 euros. A participação nos leilões só é permitida a cidadãos com licença de porte de arma. A lei determina que todos os anos deve ser feito um leilão. Já tinha sido realizado um em Lisboa, este ano. A direção nacional da PSP autorizou agora o segundo, no Porto.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
concordam consigo
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.