Leonor Cipriano, condenada pelo homicídio da filha Joana, sai da prisão em liberdade condicional

Joana desapareceu a 12 de setembro de 2004 depois de ter saído de casa, em Portimão.
07.02.19

Leonor Cipriano saiu esta quinta-feira em liberdade, depois de cumprir cinco sextos da pena a que foi condenada por matar a filha.

Joana Cipriano, de oito anos, desapareceu a 12 de setembro de 2004, na aldeia de Figueira, em Portimão, sem deixar rasto. A menina tinha saído de casa dos pais para ir à mercearia, mas nunca regressou e o corpo nunca foi encontrado.

Apesar de vários teorias, como a de rapto ou que a criança tivesse sido vendida pela família, Leonor viria a confessar a autoria do crime, juntamente com o irmão, João Cipriano.

Tio de Joana conta ao pormenor a execução do crime que vitimou menina de oito anos

João, tio da menina, chegou a confessar em tribunal ter espancado a criança, antes de a matar. Confessou também ter esquartejado Joana, e com a cumplicidade da mãe esconder os restos mortais da menina, que depois foram dados como alimento aos porcos. 

Em 2006, Leonor e João foram condenados a 16 anos e oito meses de prisão por homicídio e ocultação de cadáver. Antes, já tinham sido condenados a cerca de 20 anos cada, mas a pena foi reduzida.

Esta quinta-feira, à saída do estabelecimento prisional de odemira, Leonor Cipriano declarou-se inocente da morte da filha. Disse que só confessou o crime por ter sido agredida pelos inspetores da Polícia Judiciária que investigavam o crime e que foi condenada sem provas. 

Veja a reconstituição do crime feita pelo tio de Joana Cipriano.



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