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Correio da Manhã

Portugal
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Leonor Cipriano, condenada pelo homicídio da filha Joana, sai da prisão em liberdade condicional

Joana desapareceu a 12 de setembro de 2004 depois de ter saído de casa, em Portimão.
7 de Fevereiro de 2019 às 12:01
Leonor Cipriano, condenada pelo homicídio da filha Joana, sai da prisão em liberdade condicional
Leonor Cipriano, condenada pelo homicídio da filha Joana, sai da prisão em liberdade condicional
Tribunal diz que Leonor Cipriano mentiu em julgamento
Leonor Cipriano  foi condenada em Março de 2006 a 16 anos de prisão
Mãe de Joana já cumpriu um quarto da pena pelo homicídio da filha
Leonor Cipriano: Sentença lida sexta-feira
Leonor Cipriano está a cumprir pena pelo homicídio da sua filha Joana
Leonor Cipriano, condenada pelo homicídio da filha Joana, sai da prisão em liberdade condicional
Leonor Cipriano, condenada pelo homicídio da filha Joana, sai da prisão em liberdade condicional
Tribunal diz que Leonor Cipriano mentiu em julgamento
Leonor Cipriano  foi condenada em Março de 2006 a 16 anos de prisão
Mãe de Joana já cumpriu um quarto da pena pelo homicídio da filha
Leonor Cipriano: Sentença lida sexta-feira
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Leonor Cipriano, condenada pelo homicídio da filha Joana, sai da prisão em liberdade condicional
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Tribunal diz que Leonor Cipriano mentiu em julgamento
Leonor Cipriano  foi condenada em Março de 2006 a 16 anos de prisão
Mãe de Joana já cumpriu um quarto da pena pelo homicídio da filha
Leonor Cipriano: Sentença lida sexta-feira
Leonor Cipriano está a cumprir pena pelo homicídio da sua filha Joana

Leonor Cipriano saiu esta quinta-feira em liberdade, depois de cumprir cinco sextos da pena a que foi condenada por matar a filha.

Joana Cipriano, de oito anos, desapareceu a 12 de setembro de 2004, na aldeia de Figueira, em Portimão, sem deixar rasto. A menina tinha saído de casa dos pais para ir à mercearia, mas nunca regressou e o corpo nunca foi encontrado.

Apesar de vários teorias, como a de rapto ou que a criança tivesse sido vendida pela família, Leonor viria a confessar a autoria do crime, juntamente com o irmão, João Cipriano.

João, tio da menina, chegou a confessar em tribunal ter espancado a criança, antes de a matar. Confessou também ter esquartejado Joana, e com a cumplicidade da mãe esconder os restos mortais da menina, que depois foram dados como alimento aos porcos. 

Em 2006, Leonor e João foram condenados a 16 anos e oito meses de prisão por homicídio e ocultação de cadáver. Antes, já tinham sido condenados a cerca de 20 anos cada, mas a pena foi reduzida.

Esta quinta-feira, à saída do estabelecimento prisional de odemira, Leonor Cipriano declarou-se inocente da morte da filha. Disse que só confessou o crime por ter sido agredida pelos inspetores da Polícia Judiciária que investigavam o crime e que foi condenada sem provas. 

Veja a reconstituição do crime feita pelo tio de Joana Cipriano.

Leonor Cipriano Joana Portimão Algarve questões sociais
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