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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Líder de gang do Minho burlado por ‘ex’ quando estava preso

Paulo ‘Polaco’ terá sido lesado em cerca de 2 mil euros pela ex-noiva e o pai dela. Arguidos respondem por burla e falsificação de documentos.

23 de outubro de 2024 às 01:30

O caso remonta a 2019. Paulo Carneiro, conhecido como ‘Polaco’, que à data cumpria pena na cadeia de Paços de Ferreira por ser o cabecilha do gang do Minho, foi burlado pela ex-noiva e o pai dela - que com os dados do recluso compravam e vendiam carros, sem pagar impostos. Esta terça-feira, no tribunal de Gaia, ‘Polaco’ disse que, ao descobrir que foi enganado, entrou numa depressão e foi seguido por um psicólogo.

O casal começou a namorar em 2016 e, já com juras de casamento, a arguida conseguiu o cartão de cidadão do recluso - em liberdade há 6 meses - para consumar a burla. Terão lesado ‘Polaco’ em 2 mil euros de dívida ao Fisco, mas atualmente o valor ultrapassa os 5 mil euros.

Os arguidos não marcaram presença nem apresentaram justificação no arranque do julgamento. Paulo ‘Polaco’ foi ouvido e explicou o caso. “Na altura estava para sair em precária, precisava de uma conta bancária e pedi ajuda ao meu irmão”, referiu. Foi quando o familiar entrou no portal das Finanças que descobriu as dívidas e os carros em seu nome. “Eu disse-lhe que não era possível. Confrontei-a e ela nunca mais apareceu nas visitas”, revelou. Hugo ‘Polaco’ foi também ouvido. “Fui ao stand deles, mas não estava ninguém. Chamámos a GNR e fizemos queixa”, garantiu o homem que é um dos arguidos na ‘Operação Pretoriano’.

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