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Correio da Manhã

Portugal
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Limpa sangue e deita a mãe morta na cama

Homem, de 64 anos, foi funcionário público e dirigente desportivo num clube local.
João Mira Godinho e Pedro F. Guerreiro 28 de Janeiro de 2017 às 01:30
Patrulha da GNR já estava, ontem, a vigiar a casa onde o homem vivia com a mãe e onde terá ocorrido o homicídio
Homem matou a própria mãe em Loulé
Homem matou a própria mãe em Loulé
Homem matou a própria mãe em Loulé
Homem matou a própria mãe em Loulé
Patrulha da GNR já estava, ontem, a vigiar a casa onde o homem vivia com a mãe e onde terá ocorrido o homicídio
Homem matou a própria mãe em Loulé
Homem matou a própria mãe em Loulé
Homem matou a própria mãe em Loulé
Homem matou a própria mãe em Loulé
Patrulha da GNR já estava, ontem, a vigiar a casa onde o homem vivia com a mãe e onde terá ocorrido o homicídio
Homem matou a própria mãe em Loulé
Homem matou a própria mãe em Loulé
Homem matou a própria mãe em Loulé
Homem matou a própria mãe em Loulé
Depois de matar a mãe, com pancadas na cabeça, o homem, de 64 anos, detido esta semana pela PJ, em Loulé, limpou os vestígios de sangue e colocou o corpo da idosa, já morta, na cama. A tentativa para ocultar o crime acabou por não enganar as autoridades e o homicida está agora sujeito a prisão domiciliária enquanto aguarda julgamento.

O juiz de instrução criminal que aplicou as medidas de coação, ordenou que o arguido ficasse com pulseira eletrónica mas, até que haja condições técnicas para a colocar, a casa está a ser vigiada por uma patrulha da GNR.

Antigo funcionário público e também ex-dirigente desportivo de um clube local, o homem foi detido na quarta-feira, depois de os resultados preliminares da autópsia indicarem que as lesões no corpo da idosa, em particular na cabeça, não são compatíveis com a queda numas escadas. Esta tinha sido a justificação do filho, quando, no dia 19 de janeiro, chamou o INEM à casa no número 13, na rua São João de Brito. Explicou que, após a queda, na véspera, a mãe tinha recusado tratamento médico e acabara por morrer durante o sono. As marcas no cadáver, no entanto, levantaram suspeitas à equipa médica, que chamou as autoridades. Primeiro a GNR, depois a PJ.

Com base nas lesões que a idosa apresentava, suspeita-se de que já seria vítima de maus-tratos há algum tempo. O homem sempre morou com a mãe.
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