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Correio da Manhã

Portugal
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Luto e dor no último adeus à jornalista Marta Louro

Repórter do CM/CMTV foi a sepultar no cemitério de S. Gregório, em Colares.
Tânia Laranjo e Mariline Alves 2 de Maio de 2022 às 01:30
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Luto e dor último adeus à jornalista Marta Louro
Uma longa salva de palmas seguida de um longo silêncio. Um pouco mais de um quilómetro em passo lento entre o quartel dos bombeiros de Colares e o cemitério. O adeus à Marta Louro - à nossa Marta - que, este domingo à tarde, foi a enterrar numa cerimónia marcada pela emoção. Centenas de flores, entre elas da Presidência da República, lágrimas e aplausos para homenagear a vida da jovem que sonhou ser jornalista e bombeira. Foi ambas as coisas, deixou outros tantos sonhos por cumprir. Mas juntou centenas à sua volta, em jeito de despedida, e ficará nas memórias de todos os que com ela privaram.

“A Marta era e vai ser sempre luz”, escreve a Inês Freire, jornalista, enquanto Débora Couceiro, outra colega de trabalho, fala da saudade e da falta que a Marta lhe fará todos os dias. “A profissão está grata pelo teu profissionalismo”, diz-nos Rita Luz, mais uma das jornalistas para quem a memória da Marta perdurará para sempre.

Aos pais, ao irmão e a todos os que tiveram o privilégio de conhecer a Marta, o CM e a CMTV expressam as mais sentidas condolências. Porque a memória da Marta viverá também nos nossos corações e numa bolsa criada para premiar jovens jornalistas. Para os que, como a Marta, possam ser um exemplo de coragem e dedicação.
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