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Má relação entre bombeiros e ANPC descrita como um dos “aspetos mais frágeis” do sistema

Observatório que acompanha incêndios faz críticas na Assembleia da República.

31 de janeiro de 2019 às 08:39

O Observatório Técnico Independente (OTI) criado para acompanhar o estudo dos incêndios florestais apontou ontem, na Assembleia da República, a relação entre os bombeiros voluntários e a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) como um dos "aspetos mais frágeis" do sistema de proteção civil.

"Há uma fragilidade muito grande" na "relação entre aquilo que são as associações dos bombeiros voluntários e a Autoridade Nacional de Proteção Civil", disse o presidente do OTI, Francisco Castro Rego, ouvido na comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, na sequência da contestação da Liga dos Bombeiros à proposta de alteração da lei orgânica da ANPC.

Sobre incêndios falou também o ministro do Planeamento, Pedro Marques, mas na comissão da Agricultura, para dizer que não tem o poder de fiscalização das autarquias para atribuição de atestados de residência.

O ministro prestava esclarecimentos sobre a atribuição de fundos às vítimas de Pedrógão e alterações de moradas fiscais.

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