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Correio da Manhã

Portugal
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Mãe e filha sepultadas mês e meio após tragédia em Sesimbra

Paula Nabais, 40 anos, lançou fogo ao carro onde se fechou com a filha, Mafalda, de 10.
Sérgio A. Vitorino 24 de Abril de 2019 às 01:30
Paula Nabais, 40 anos, tinha uma depressão profunda
Mãe e filha encontradas mortas em carro ardido em Sesimbra
Carro onde foram encontrados os corpos de mãe e filha, em Sesimbra
Mãe e filha encontradas mortas dentro de carro queimado na Lagoa de Albufeira
Paula Nabais, 40 anos, tinha uma depressão profunda
Mãe e filha encontradas mortas em carro ardido em Sesimbra
Carro onde foram encontrados os corpos de mãe e filha, em Sesimbra
Mãe e filha encontradas mortas dentro de carro queimado na Lagoa de Albufeira
Paula Nabais, 40 anos, tinha uma depressão profunda
Mãe e filha encontradas mortas em carro ardido em Sesimbra
Carro onde foram encontrados os corpos de mãe e filha, em Sesimbra
Mãe e filha encontradas mortas dentro de carro queimado na Lagoa de Albufeira
Os corpos foram entregues à família e realizaram-se, na semana da Páscoa, os funerais da mãe que se imolou com a filha dentro de um carro numa mata da Lagoa de Albufeira, em Sesimbra, no dia 7 de março.

Os corpos de Paula Nabais, de 40 anos, e da filha Mafalda, de 10, estiveram mês e meio no gabinete de Medicina Legal de Setúbal para identificação formal através de ADN, cujo resultado foi positivo.

Tal como o CM então noticiou, Paula estava com uma depressão profunda motivada pelo desemprego.

E, de acordo com a investigação da PJ de Setúbal, foi ela quem levou a filha no carro até à Lagoa de Albufeira e incendiou a viatura com recurso a um jerricã de gasolina.

O marido de Paula tinha dado o alerta para o desaparecimento, após ter encontrado em casa um postal de despedida.

Os corpos ficaram carbonizados, mas havia certezas que se tratavam da mãe e filha. No entanto, a formalidade da confirmação através do ADN era obrigatória por não poderem ser usadas as impressões digitais.

O corpo foi entregue à família e, após alguns dias de espera por familiares no estrangeiro, os funerais já se realizaram.

Restos mortais de tailandesa na morgue
A cabeça de Natchaya Saranyaphat, a massagista tailandesa de 41 anos decapitada pela patroa, da mesma nacionalidade, em Matosinhos, ainda se encontra na morgue porque a família não tem dinheiro para repatriar os restos mortais para a Tailândia.

Apenas foi recuperada a cabeça de Natchaya, a 7 de março, numa praia de Leça da Palmeira. O homicídio foi por dívidas de 10 mil euros.
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