page view

Maioria aceita doar órgãos

Dois em cada três portugueses dizem-se disponíveis para doar órgãos após a morte, revela um inquérito divulgado ontem em Bruxelas pela Comissão Europeia, que deseja encurtar o fosso entre a vontade e a doação efectiva.

31 de maio de 2007 às 00:00

O Eurobarómetro revela que a maioria dos europeus (56 por cento) se diz disponível para doar órgãos após a morte, mas apenas 12 por cento possui um cartão de dador, tendo o comissário europeu da Saúde, Markos Kyprianou, comentado que “apesar de a vontade ser elevada, não se traduz na prática, pois a doação efectiva não o é”.

Em Portugal, a legislação assenta no conceito da doação presumida, ou seja, todos os cidadãos têm o estatuto de dador e quem não quiser sê-lo tem de se declarar “não dador” junto do Registo Nacional de Não Dadores. O inquérito revela que Portugal é o nono Estado-membro entre 25 onde existe uma maior receptividade à ideia de doar órgãos após a morte (66 por cento), acima da média comunitária, que é de 56 por cento.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8