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Correio da Manhã

Portugal
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Manif fica à porta

Poucas dezenas de professores deram ontem continuidade ao que dizem ser “a luta dos 20 mil docentes pela profissionalização, sem as penalizações contempladas na lei actual”.
11 de Outubro de 2005 às 00:00
Reclamaram junto à porta do Ministério da Educação, empunhando as bandeiras do Sindicato de Professores da Grande Lisboa (SPGL), ao qual Óscar Soares, dirigente, promete alianças sindicais “sem olhar a partidos”.
Na avenida 5 de Outubro, abrigados da chuva, os manifestantes mostraram a indignação face ao Despacho 6365/2005, aprovado já no decurso dos concursos e que regula o acesso à profissionalização.
Do lado da tutela, António Ramos André, do gabinete da ministra, responde ao CM para dizer que “estes professores não ficam impedidos de se profissionalizarem no novo modelo, que será apresentado para entrar em vigor no próximo ano lectivo.”
Sílvia Pereira protestou, mas foi ‘traída’ por ter ficado à porta da tutela sem poder perguntar: “Como admitiram professores para uma segunda profissionalização num grupo de ensino diferente?”
“Apelamos a que todos os sindicatos trabalhem em comum na defesa dos direitos dos professores”, diz Óscar Soares. “Independentemente de ligações políticas”, garante.
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