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Correio da Manhã

Portugal
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Marcelo voa num C-130 para apoiar tripulações

Foram ontem a sepultar os três militares mortos no acidente.
Sérgio A. Vitorino e Ana Palma 16 de Julho de 2016 às 01:45
Militares foram ontem a sepultar
Militares foram ontem a sepultar FOTO: Vítor Mota
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, voa na segunda-feira num C-130H da Força Aérea Portuguesa (FAP), precisamente uma semana após um avião igual se ter incendiado, provocando a morte a três militares na Base Aérea do Montijo. As vítimas foram ontem a enterrar.

Segundo apurou o CM, a sugestão foi de Marcelo, de forma a dar alento e mostrar confiança às tripulações da esquadra 501, que opera os C-130 a partir do Montijo. A frota esteve parada desde o acidente, mas já sobrevoou ontem os funerais dos camaradas mortos. O acidente está sob investigação, mas terá surgido após uma falha no motor 3 ou 4 da asa direita, na descolagem, ter feito a aeronave guinar para fora da pista e imobilizar-se numa vala de águas pluviais. O tenente-coronel Fernando Castro, o capitão André Saramago e o sargento-ajudante Amândio Novais não conseguiram sair e morreram os três carbonizados. Outros quatro militares ficaram feridos.

"Segunda-feira irei à Base Aérea do Montijo e terei oportunidade de saber o que entretanto terá sido indagado e dar uma palavra de confiança na Força Aérea, de confiança naquele tipo de aeronave. Eu próprio voarei num C-130 nesse dia", anunciou ontem Marcelo Rebelo de Sousa, à entrada dos Jerónimos, onde decorreu a missa de homenagem aos três militares.

Castro foi a sepultar na Amadora, Saramago em Benfica e Novais em Aljezur. Amanhã haverá uma homenagem na inauguração do monumento pelos 100 anos da aviação militar.
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