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Correio da Manhã

Portugal
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Marcus alegou embriaguez

Um dos quatro inspectores da PJ que detiveram Marcus Fernandes – suspeito de duplo homicídio, dos agentes da PSP da Amadora Paulo Alves e António Abrantes – disse ontem no Tribunal da Boa-Hora, em Lisboa, que o arguido alegou ter cometido o crime por estar bêbedo.
21 de Fevereiro de 2006 às 00:00
“Quando foi detido começou logo a desculpar-se”, disse o inspector António Caeiro. O inspector da PJ disse que Marcus estava armado com uma ‘Glock’ carregada e pronta a disparar e que, nos bolsos, trazia três carregadores de 15 munições. Na casa do arguido, em Melides, António Caeiro afirmou ter encontrado um arsenal de armas, algumas raras em Portugal.
A quinta sessão do julgamento contou também com a testemunha Maria Fátima Monteiro, técnica do Laboratório de Polícia Científica, que afirmou que as partículas recolhidas no carro de Marcus, indicam que “o ocupante da viatura disparou a arma de fogo utilizada no crime”.
No início da sessão, a juíza Ana Paula Conceição congratulou Marcus por ter colaborado com o Instituto de Medicina Legal e ter feito os testes solicitados pelo seu advogado – para perceber se é ou não imputável.
O advogado de defesa de Marcus, Reis Nogueira, pediu a audição de Joaquim Tavares e Arcádio Moreira, que transportaram Marcus até à sua casa de Melides. O colectivo aceitou.
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