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MICRONOVELA

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Mata mulher com caçadeira por recusar divórcio

Alberto Alves vai ser julgado pelo homicídio qualificado da mulher, Cândida Alves.

16 de agosto de 2017 às 01:30

Depois de 35 anos de casamento marcado pelos maus-tratos e agressões, Cândida Piedade Alves pediu o divórcio. Em novembro do ano passado apresentou queixa por violência doméstica na GNR que atribuiu ao caso risco médio, na sequência de um inquérito realizado à vítima.

A 13 de janeiro deste ano, Alberto Alves, de 60 anos, assassinou a mulher em plena via pública. O homicida está em prisão preventiva. O Ministério Público (MP) acusa-o de homicídio qualificado, detenção de arma proibida e violência doméstica.

Apesar das agressões de que era alvo, e do pedido de divórcio, Cândida aceitou continuar a viver com o marido. Ao final da tarde, pelas 19h15, Alberto pegou na caçadeira e saiu de casa em Macedo de Cavaleiros e esperou pelo regresso da mulher. Queria obrigá-la a retirar a queixa de violência doméstica e o pedido de divórcio.

Cândida regressava a casa depois de ter terminado o dia de trabalho num quiosque, quando foi surpreendida pelo marido. Diz a acusação que, "ao avistar a vítima, a cerca de 50 metros dele, o arguido efetuou um disparo que a atingiu na região esquerda do crânio, provocando-lhe morte imediata". De seguida o homicida atirou com a arma para um silvado e refugiou-se na garagem onde foi detido.

No âmbito da investigação que os militares da GNR efetuaram, em novembro, uma busca domiciliária onde apreenderam diversas armas ao homicida.

O julgamento está marcado para o dia 6 de outubro.

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