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Correio da Manhã

Portugal
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Médicas e alunas declaram-se inocentes

Duas médicas e duas alunas garantiram esta terça-feira estar inocentes quando começaram a ser ouvidas no Tribunal de Guimarães sobre o caso dos atestados médicos falsos das escolas nas escolas secundárias Martins Sarmento e Francisco de Holanda, em Guimarães.
10 de Janeiro de 2006 às 16:04
Escola Secundária Martins Sarmento
Escola Secundária Martins Sarmento FOTO: d.r.
As duas alunas, segundo as fichas clínicas exibidas, estariam respectivamente com “uma depressão” e com “problemas de vesícula”. O julgamento que envolve 30 arguidos (14 médicos e 16 alunos) tinha agendada para esta terça-feira a audição de 11 arguidos (seis alunos e cinco médicos) mas apenas quatro prestaram depoimentos, sendo que os restantes sete se recusaram a fazê-lo. A sessão voltará a abrir na próxima sexta-feira de manhã.
Recorde-se que o caso remonta a 1999 quando quase 300 alunos e cerca de 70 médicos dos estabelecimentos de ensino visados foram vítimas de uma acusação por terem entregue atestados médicos falsos para a não realização das chamadas Provas Globais do 12º ano de escolaridade. Neste processo, os alunos incorrem em pena de prisão até um ano, enquanto que a pena para os médicos arguidos poderá estender-se até aos dois anos.
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