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Ministério Público pede absolvição de Pinto da Costa no caso da segurança ilegal

Procurador considera não haver provas de que o presidente do FC Porto teve segurança irregular.

05 de julho de 2017 às 14:32

O Ministério Público pediu esta quarta-feira a absolvição de Pinto da Costa e do antigo vice-presidente do FC Porto, Antero Henrique, no julgamento do processo da Operação Fénix. Na primeira sessão de alegações finais, que decorreu no Tribunal de Guimarães, o procurador do processo disse não ter ficado provado que os dirigentes tenham sido alvo de segurança ilegal.

Os dirigentes portistas estavam acusados de 13 crimes (7 de Pinto da Costa e 6 de Antero) de exercício ilegal de segurança privada, que lhes teria sido ministrado pela empresa SPDE. Tese que o próprio Ministério Público agora deixa cair.

O procurador do Ministério Público pediu, esta quarta-feira de manhã no Tribunal de Guimarães, a absolvição do presidente do F. C. Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, no julgamento da Operação Fénix. O mesmo foi pedido para Antero Henrique, antigo vice-presidente portista.

O Ministério Público deixou cair a maior parte dos crimes de que eram acusados os 54 arguidos. Ficaram provados, no entender do procurador do processo, apenas alguns casos de ameaças, coações e posse de arma, foi feita prova.

A prova mais sólida será a do caso da morte de Eduardo Silva, agredido mortalmente à porta da discoteca ‘Chic’ pelos arguidos Jorge Ribeiro e Francisco Vasconcelos. O principal arguido, Eduardo Silva, dono da SPDE também viu a maior parte das acusações contra si serem dadas como não provadas.

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