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Correio da Manhã

Portugal
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Ministro admite alargar atendimento no Hospital de Cascais a utentes de Sintra

O hospital que serve Amadora e Sintra "foi dimensionado para 300 mil habitantes e está a servir 600 mil".
3 de Fevereiro de 2016 às 17:06
O ministro da saúde Adalberto Campos Fernandes
O ministro da saúde Adalberto Campos Fernandes FOTO: Filipa Couto

O ministro da Saúde admitiu esta quarta-feira que a renegociação do contrato de parceria público-privada (PPP) do Hospital de Cascais pode "eventualmente" vir a contemplar um alargamento das especialidades para os utentes do concelho de Sintra.

Segundo o ministro Adalberto Campos Fernandes, o hospital de Cascais "está num regime de PPP, sobre a qual o Governo terá de tomar uma posição até ao final do corrente ano" e, nessa altura, serão divulgadas "quais são as ideias" para o novo contrato.

Questionado sobre a possibilidade de alargar as especialidades que atualmente o hospital de Cascais presta a algumas freguesias de Sintra, na área materno-infantil, o ministro da Saúde respondeu apenas "eventualmente".

O governante falava após uma reunião com o presidente da Câmara de Sintra, Basílio Horta (PS), para avaliar a falta de uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) no Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) e a construção de quatro novos centros de saúde no município.

"Os problemas não se resolvem todos nem só de uma vez e só com uma única solução", frisou Adalberto Campos Fernandes, salientando que, no Amadora-Sintra, "passou a ter um espaço próprio, isolado e diferenciado para o atendimento dos doentes não urgentes".

O ministro reconheceu que o hospital que serve Amadora e Sintra "foi dimensionado para 300 mil habitantes e está a servir 600 mil".

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