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Correio da Manhã

Portugal
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Ministro da Defesa deverá voltar ao parlamento na próxima semana

Vai ser ouvido relativamente à reunião dos ministros da Defesa da NATO, Conselho Europeu e Conselho de Ministros de Defesa da União Europeia.
11 de Julho de 2017 às 17:11
Azeredo Lopes, ministro da Defesa Nacional
Azeredo Lopes, ministro da Defesa Nacional
Azeredo Lopes, ministro da Defesa Nacional
Azeredo Lopes
O ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes
Azeredo Lopes, ministro da Defesa Nacional
Azeredo Lopes, ministro da Defesa Nacional
Azeredo Lopes, ministro da Defesa Nacional
Azeredo Lopes
O ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes
Azeredo Lopes, ministro da Defesa Nacional
Azeredo Lopes, ministro da Defesa Nacional
Azeredo Lopes, ministro da Defesa Nacional
Azeredo Lopes
O ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes
O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, deverá voltar ao parlamento na próxima semana para ser ouvido relativamente à reunião dos ministros da Defesa da NATO, Conselho Europeu e Conselho de Ministros de Defesa da União Europeia.

O presidente da Comissão de Defesa, o social-democrata Marco António Costa, irá tentar agendar esta audição - que já tinha sido pedida pelo PSD - para a próxima terça-feira, dia 18.

Na semana passada, o ministro da Defesa foi ouvido no parlamento, mas apenas sobre o furto de material de guerra em Tancos.

Também por agendar está um pedido de audição do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA) sobre a base aérea do Montijo.

Dado o aproximar do final dos trabalhos parlamentares - o último plenário está previsto para 19 de julho -, Marco António Costa comprometeu-se a pedir, na conferência de presidentes de comissões que decorre na quinta-feira, uma autorização excecional ao presidente da Assembleia da República para que a Comissão de Defesa possa reunir-se depois dessa data.

Na reunião de hoje da Comissão de Defesa, os vários partidos lamentaram as fugas de informação verificadas na passada semana durante a audição à porta fechada do Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME) sobre Tancos.

A deputada socialista Idália Moniz lamentou profundamente que, a meio da audição, os deputados presentes na reunião "já estivessem a receber notícias com a transcrição" daquilo que disse o general Rovisco Duarte.

"Atitudes como esta não servem a demo e deixam-nos a todos muito mal", lamentou.

Também o deputado do Bloco de Esquerda João Vasconcelos manifestou a sua crítica a estas fugas, apesar de não defender, por princípio, audições à porta fechada.

O social-democrata Bruno Vitorino pediu mesmo que a comissão de Defesa faça, nesta ou na próxima sessão legislativa, uma reflexão sobre se vale a pena continuar a realizar audições à porta fechada.

O democrata-cristão João Rebelo lamentou igualmente as fugas, mas salientou que em outras comissões à porta fechada "nada transpirou para fora".

"O presidente da comissão expressou bem o que nós pensámos sobre isso", disse, referindo-se ao pedido de desculpas de Marco António Costa ao CEME à saída da Comissão.
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