Barra Cofina

Correio da Manhã

Portugal
5

Moita Flores acusado de cinco crimes

Ex-autarca de Santarém e antigo funcionário julgados por prevaricação.
Miguel Curado 17 de Maio de 2019 às 09:12
Francisco Moita Flores é comentador do CM e da CMTV
Moita Flores reage às acusações de cinco crimes: 'Isto não corresponde à verdade'
Moita Flores reage às acusações de cinco crimes: 'Isto não corresponde à verdade'
Moita Flores
Francisco Moita Flores é comentador do CM e da CMTV
Moita Flores reage às acusações de cinco crimes: 'Isto não corresponde à verdade'
Moita Flores reage às acusações de cinco crimes: 'Isto não corresponde à verdade'
Moita Flores
Francisco Moita Flores é comentador do CM e da CMTV
Moita Flores reage às acusações de cinco crimes: 'Isto não corresponde à verdade'
Moita Flores reage às acusações de cinco crimes: 'Isto não corresponde à verdade'
Moita Flores
O ex-presidente da câmara de Santarém, Moita Flores, foi acusado pelo DIAP de Évora da prática, em coautoria com um antigo funcionário autárquico, de três crimes de prevaricação e dois crimes de participação económica em negócio.

Em causa estão irregularidades em obras na antiga Escola Prática de Cavalaria (EPC), com Moita Flores a considerar ter sido alvo de uma "armadilha" do atual autarca, Ricardo Gonçalves.

Os factos ocorreram entre 2009 e 2011. A autarquia lançou obras para a reconversão das instalações da EPC. Segundo Moita Flores, "tratou-se de um pedido da Direção-Geral da Saúde, devido à suposta epidemia de Gripe A".

O antigo autarca garante ter mandado criar uma comissão mista, "como a lei obriga", "constituída por um representante da câmara, da empresa escolhida e do Ministério da Justiça, para analisar todos os aspetos da obra, e que veio a ser recusada pelo então vereador, e atual presidente, Ricardo Gonçalves".

Moita Flores saiu da câmara em 2012 e acusa Ricardo Gonçalves de ter apresentado uma queixa contra ele.

A investigação revela que estas obras "não foram precedidas de contrato", acusando Moita Flores de "ter assinado documentação para a cessão de créditos da construtora a um banco, o que vinculou a câmara a um pagamento de 500 mil € sem cabimento".

Francisco Moita Flores diz que irá pedir a abertura de instrução. Ricardo Gonçalves não se mostrou disponível para falar com o CM.
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)