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Morte e assaltos assustam Areeiro

"Em tempos, esta rua tinha muito movimento. Mas desde que colocaram os tapumes junto à linha de comboio e a passagem aérea para peões que ninguém passa por aqui. Isto morreu", conta ao CM um morador na rua Agostinho Lourenço, no Areeiro, Lisboa, onde anteontem foi morto à facada Manuel Noya, um cirurgião cubano de 39 anos. <br/><br/>

23 de fevereiro de 2011 às 00:30

Os assaltos têm-se sucedido, tanto em residências como aos poucos estabelecimentos que ainda funcionam, dando aos poucos moradores da zona um sentimento de insegurança. No mês passado, um engenheiro, com cerca de 40 anos, foi esfaqueado num braço quando tentava ajudar uma vizinha que estava a ser assaltada em casa. No prédio onde foi morto Manuel Noya já houve vários assaltos violentos.

A PJ procura o autor do homicídio cruzando dados de assaltantes referenciados por roubos praticados na zona e com as mesmas características, descritas por testemunhas, do ladrão que entrou anteontem no quarto de Manuel Noya: homem, com cerca de 30 anos, e tranças no cabelo.

Virgílio dos Reis, proprietário da casa onde Manuel Noya foi morto, disse ontem ao CM que o quarto que Moya ocupava "está fechado pela PJ, por mais três ou quatro dias, até encontrarem a família em Cuba e entregarem os bens pessoais da vítima".

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