Morte suspeita faz GNR interromper velório

Tribunal pediu autópsia para saber as causas da morte de homem de 60 anos num lar em Arouca.
Por Francisco Manuel e Paulo Jorge Duarte|13.03.18
"Estamos surpreendidos e não sabemos o que pensar porque nunca desconfiámos de nada", afirmaram os familiares de Joaquim Castro, pouco depois da GNR ordenar a interrupção do velório do homem de 60 anos que deveria ser sepultado esta terça-feira em Santa Maria de Lamas, Feira. Os militares cumpriram uma ordem do Ministério Público após uma denúncia que levantou suspeitas sobre a morte de Joaquim no domingo, num lar em Arouca. O corpo foi levado da capela, ao final da tarde de segunda-feira para ser autopsiado.

O CM sabe que foi um utente do lar que fez a denúncia à GNR. Tudo porque, segundo o utente, Joaquim ter-se-á exaltado com uma funcionária da instituição há cerca de duas semanas, e desde então, o seu comportamento mudou. Joaquim, a quem foi diagnosticado alguma demência, sempre foi bastante agressivo e desde essa altura passou a andar sempre calmo e sonolento. Nos últimos tempos terá perdido bastante peso.

O utente que efetuou a denúncia disse suspeitar que Joaquim andasse com uma sobredosagem de medicamentos.
Perante esta denúncia, a GNR comunicou ao Ministério Público de Santa Maria da Feira, que deu ordens para que as cerimónias religiosas fossem interrompidas.

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