Motonáutica em risco com aposta no MotoGP em Portimão

Realização da prova de F1 em motonáutica implica o gasto de cerca de 400 mil euros por ano.
Por José Carlos Eusébio|13.01.19
A Câmara de Portimão pretende investir 1,5 milhões de euros para garantir a realização do Mundial de MotoGP, durante três anos, no Autódromo Internacional do Algarve. Mas a aposta nas motos coloca em risco a continuidade, a partir de 2020, do Grande Prémio de Fórmula 1 em Motonáutica, apurou o CM. Este ano, de 17 e 19 de maio, os barcos de velocidade ainda competirão nas águas do rio Arade.

A câmara gasta cerca de 400 mil euros por ano com a motonáutica, verba proveniente dos "casinos, através do Fundo de Turismo", explica Isilda Gomes, presidente da autarquia. Para já, a autarca diz apenas que a continuidade da prova se encontra "em avaliação".

No que respeita ao MotoGP -a categoria-rainha de motociclismo de velocidade, em que participa o piloto português Miguel Oliveira -, a autarquia já aprovou, por unanimidade, uma proposta de apoio financeiro de 1,5 milhões de euros (500 mil euros por época), tendo em vista garantir a realização do Mundial no Autódromo Internacional, nas épocas de 2020, 2021 e 2022.

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