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Correio da Manhã

Portugal
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MP investiga homicídio

Há desenvolvimentos sobre a agressão mortal a um jovem de 20 anos, decorrida há dois, depois de uma noite de diversão. O MP de Faro ouviu quatro amigos da vítima, três rapazes e uma rapariga, e apurou novos dados sobre o que se passou a 8 de Dezembro.

23 de Junho de 2008 às 00:30
João Pedro foi agredido neste local
João Pedro foi agredido neste local FOTO: Raúl Coelho

Na diligência da semana passada foram identificadas duas novas testemunhas da agressão que levou João Pedro Amaro Dias ao Hospital de Faro com lesões graves a nível craniano. Seis horas depois foi transportado ao Hospital de S. José, onde veio a morrer, tendo a decisão tardia da médica levado à abertura de um inquérito.

Dois dos jovens interrogados admitiram ter presenciado a agressão, mas apresentaram versões diferentes. O procurador fez uma acareação em grupo e detectou que alguém mentiu. Uma das testemunhas terá apontado dois responsáveis que a outra testemunha disse não terem estado no local onde o jovem foi agredido na cabeça, no largo do Carmo, Faro.

Miguel Botelho, advogado da família da vítima, está confiante. "O processo continua a ter desenvolvimentos para chegar à identificação do responsável, seja o agressor ou o médico que falhou na assistência."

PORMENORES

DOIS ARGUIDOS

Há dois indivíduos constituídos arguidos. Mas falta provas.

ARQUIVAMENTO

A PJ propôs arquivar o processo. O MP decidiu investigar.

TESTEMUNHAS

A inquirição às duas novas testemunhas ainda não tem data.

PROCESSO A MÉDICA

O Hospital de Faro abriu um processo disciplinar à médica espanhola que atendeu a vítima. Demorou seis horas a decidir a transferência para Lisboa, julgando que o doente estava inconsciente devido a álcool.

 

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