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Correio da Manhã

Portugal
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Mulher agride com marreta e queima namorado com maçarico

Brasileira de 36 anos, inscrita na Ordem dos Advogados, atinge namorado arquiteto com marreta e tenta queimá-lo.
Miguel Curado 5 de Maio de 2019 às 01:30
Brasileira de 36 anos no tribunal de Cascais, enquanto aguardava pelo interrogatório que a haveria de conduzir à cadeia
Rasto de destruição que a agressora deixou no escritório do namorado
854 homens agredidos em 2018
Brasileira de 36 anos no tribunal de Cascais, enquanto aguardava pelo interrogatório que a haveria de conduzir à cadeia
Rasto de destruição que a agressora deixou no escritório do namorado
854 homens agredidos em 2018
Brasileira de 36 anos no tribunal de Cascais, enquanto aguardava pelo interrogatório que a haveria de conduzir à cadeia
Rasto de destruição que a agressora deixou no escritório do namorado
854 homens agredidos em 2018
Uma mulher de 36 anos foi detida pela PSP de Cascais e colocada em prisão preventiva por um juiz de instrução criminal, por ter agredido à marretada o namorado, um arquiteto de 51, tentando ainda queimá-lo com um maçarico. A mulher destruiu ainda todo o escritório da vítima.

Os factos remontam à tarde de quarta-feira, 1 de maio, e tiveram lugar num imóvel situado próximo da esquadra da PSP de Cascais.

A agressora, uma brasileira ilegal no País – tinha licença de residência que expirou – e que está inscrita na Ordem dos Advogados, começou por arrombar a porta do escritório do namorado. O arquiteto foi apanhado de surpresa – almoçava no escritório e não conseguiu impedir que a companheira partisse tudo à marretada, agredindo-o com o objeto contundente no corpo.

Apesar de ferido, o homem de 51 anos ainda teve forças para desarmar a namorada. No entanto, a mulher ainda tentou queimá-lo com um maçarico. Só a muito custo é que a vítima conseguiu chamar a PSP.

Os agentes da esquadra de Cascais chegaram rapidamente ao local e viram a vítima com o rosto ensanguentado, e com muitas dificuldades em conter a fúria da namorada. Na posse da mulher foram encontradas duas facas de cozinha, garrafas de álcool etílico e duas latas de spray.

Segundo o site Cascais24, estes utensílios foram usados para pintar frases ofensivas contra o arquiteto, em paredes de prédios. De acordo com a mesma publicação, a mulher tinha ainda uma lata de espuma vaginal, que terá usado para simular um aborto.

Bastante alterada, e também ferida, a mulher foi transportada ao Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa. Depois de ter alta foi presente a um juiz de instrução criminal e recolheu em prisão preventiva, na cadeia de Tires. Para além dos crimes de homicídio tentado e de danos, responde ainda por imigração ilegal.

PORMENORES
Vítima assistida
O arquiteto atacado pela namorada brasileira também precisou de receber tratamento hospitalar. Foi levado pelos bombeiros com vestígios de sangue no corpo.

Marreta com 2,5 kg
A marreta usada pela mulher no ataque pesa cerca de 2,5 quilos. A vítima foi surpreendida quando trabalhava no escritório e só a custo se defendeu do ataque.

Violência doméstica
O casal já tinha um historial de violência doméstica. A brasileira já tinha agredido anteriormente o namorado.

APAV contabiliza dois homens agredidos por dia
No ano passado, segundo um relatório da APAV, foram agredidos, em média, dois homens por dia, em contexto de violência doméstica. No total registaram-se 854 vítima dos sexo masculino.

O número de vítimas, porém, é maior no caso das mulheres: são agredidas, por dia, 14 mulheres, num total de 5173 casos registados em 2018. De resto, o perfil da vítima de violência doméstica é apresentado pela APAV como sendo mulher, de 41 anos , casada, com filhos e empregada.

Técnico do INEM vive com medo da ex-companheira
Pedro Estrella, técnico do INEM, de 41 anos, apresentou queixa por violência doméstica há cerca de dois meses. Denunciou agressões e perseguições da ex-companheira, que trabalha na área informática do Banco de Portugal.

Diz que tem medo de sair sozinho e assegura que já viu a ex-companheira e o amante a rondarem a casa. Adianta que as queixas que fez foram desvalorizadas por ser homem.
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