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Correio da Manhã

Portugal
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Navio encalhado nos Açores transportava 70 pessoas

Foi aberto um inquérito para apurar causas do acidente.
6 de Janeiro de 2018 às 12:21
Navio 'Mestre Simão'
Navio 'Mestre Simão'
Navio 'Mestre Simão'
Navio 'Mestre Simão'
Navio 'Mestre Simão'
Navio 'Mestre Simão'
Navio 'Mestre Simão'
Navio 'Mestre Simão'
Navio 'Mestre Simão'
Navio 'Mestre Simão'
Navio 'Mestre Simão'
Navio 'Mestre Simão'
Navio 'Mestre Simão'
Navio 'Mestre Simão'
Navio 'Mestre Simão'
O navio "Mestre Simão", que fazia a ligação entre Faial e Pico, nos Açores, e que este sábado encalhou, transportava 70 pessoas a bordo e não há feridos a registar, disse hoje o Governo Regional açoriano.

No total, a embarcação trazia 61 passageiros e nove tripulantes, e "quando se preparava para atracar" no porto da Madalena, na ilha do Pico, encalhou.

"Neste momento foram já evacuados os 61 passageiros que viajavam na embarcação, aos quais foi prestado apoio médico por prevenção na zona do porto da Madalena. Para além da comoção provocada pelo acontecimento, não há outras situações médicas a registar", confirmou o executivo açoriano, que está a acompanhar o caso em articulação com as empresas Atlânticoline e Portos dos Açores.

A secretária regional dos Transportes e Obras Públicas, Ana Cunha, segue ainda hoje para a ilha do Pico para visitar o local.

Aberto inquérito para apurar causas do acidente com navio nos Açores
O capitão do porto da Horta, com jurisdição na ilha do Pico, disse hoje à agência Lusa que "está aberto um inquérito" para apurar as causas do acidente do navio "Mestre Simão", que encalhou junto ao porto da Madalena.

"Não sabemos como é que o navio encalhou, estamos naturalmente com o inquérito aberto para proceder às averiguações e determinar as causas do acidente", disse Rafael da Silva.

Segundo o capitão do porto, a prioridade agora é a retirada do combustível e da própria embarcação, para a preservação do meio marinho, que "pode estar em causa".

"A operação tanto da remoção do combustível como da retirada do navio do local aonde ele se encontra vai ser alvo de um estudo, de um projeto, de um plano, que será apresentado pelo armador e aprovado em última instância pelo capitão do porto, portanto vamos trabalhar em conjunto para chegarmos da melhor forma, mais segura e mais célere, à remoção do navio do local aonde está", sublinhou.

O capitão do porto reconheceu ainda que, face ao estado do mar, será difícil avançar ainda hoje com a remoção, que será feita com o auxílio de rebocadores da empresa pública Portos dos Açores, apoiados pelos meios da autoridade marítima.

A "complexidade da operação" pode ainda obrigar à utilização de outros recursos que "não estejam disponíveis neste momento".
Lusa Faial Mestre Simão Açores Pico porto da Vila presidente da Câmara Municipal da Madalena
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