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Artigo exclusivo

Neonazis criaram lista de morte com 40 políticos

Acusação aos nove membros do Movimento Armilar Lusitano mostra perseguição a um total de 80 figuras públicas.

20 de junho de 2026 às 01:30

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António Costa
António Costa George Christoforou
Peritagens a armas '3D' atrasam acusação a neonazis do Movimento Armilar Lusitano
Peritagens a armas '3D' atrasam acusação a neonazis do Movimento Armilar Lusitano Direitos reservados
Armas e materiais apreendidos ao Movimento Armilar Lusitano, em Lisboa
Armas e materiais apreendidos ao Movimento Armilar Lusitano, em Lisboa CMTV
Marcelo Rebelo de Sousa e Luís Montenegro no velório de Pinto Balsemão, nos Jerónimos
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O Movimento Armilar Lusitano (MAL) fortaleceu durante seis anos (2019-2025), a partir da troca de informações nas redes sociais e de mensagens em aplicações encriptadas, uma narrativa de ódio contra os políticos, e principalmente personalidades de esquerda. Foi nesse âmbito que criaram a "lista dos indesejáveis". Segundo a acusação do DCIAP do Ministério Público, os cinco militantes que lideravam o MAL, e que estão entre os nove acusados, foram alimentando um documento com nomes de 40 políticos (onde constavam o ex-presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, e o atual primeiro-ministro, Luís Montenegro), e um total de 80 personalidades.

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