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Correio da Manhã

Portugal
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Novo estádio em Famalicão

A câmara de Vila Nova de Famalicão vai construir uma Cidade Desportiva, numa área de quase 22 hectares, na zona sul do perímetro urbano da sede do concelho.
2 de Julho de 2007 às 00:00
Armindo Costa e Paula Santos, a arquitecta autora do projecto
Armindo Costa e Paula Santos, a arquitecta autora do projecto FOTO: direitos reservados
Segundo a proposta apresentada pela arquitecta Paula Santos, autora do projecto, a futura Cidade Desportiva de Vila Nova de Famalicão será desenvolvida numa área de 217 mil metros quadrados de terreno e deverá acolher um estádio com capacidade até 12 mil lugares, um segundo campo de futebol, dois campos de futebol de sete, uma pista de atletismo, um parque verde e uma praça pública multifuncional, que poderá acolher eventos desportivos e culturais de grande dimensão.
Atravessado pelo rio Pelhe, o que valoriza a intervenção paisagística, o terreno, que é delimitado a sul pela A 7, a norte pela variante à cidade e a poente pela Linha do Minho, será dominado pelas áreas verdes, o que fará da futura cidade desportiva um grande pólo de lazer para todos os cidadãos, não só de Vila Nova de Famalicão, mas também da região do Vale do Ave e até da Área Metropolitana do Porto.
“Estamos a falar da criação de uma nova centralidade na zona sul da cidade de Vila Nova de Famalicão, uma centralidade vocacionada para o desporto e para o lazer”, disse Armindo Costa, o presidente da Câmara de Famalicão, na apresentação do projecto.
A Cidade Desportiva deve custar entre 20 e 25 milhões de euros, sendo que metade da verba será gasta na construção do novo estádio.
ÚTIL E BONITO
PAISAGEM RURAL
A beleza paisagística é uma das características da área onde vai nascer a Cidade Desportiva de Famalicão. A arquitecta Paula Santos diz que se trata de “uma paisagem extraordinária, com relevantes características rurais, o que só beneficia o projecto”.
À ESPERA DE APOIOS
O presidente da Câmara de Famalicão diz que este projecto, cujo custo previsto vai de 20 a 25 milhões de euros, necessitará de apoios da Administração Central. Diz o autarca que se trata de “uma infra-estrutura de enorme utilidade pública, sobretudo para os jovens, os que mais praticam desporto”.
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