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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

O superpoder de voar

A questão não era dispensar o avião. Era mesmo ser um fantástico Peter Pan. Uma das histórias curiosas de Angélico Vieira tem a ver com a sua ideia de voar. Foi o superpoder que escolheu quando lhe perguntaram pelos gostos fantasiosos numa entrevista no ‘Top 10’, da MTV portuguesa.<br/><br/>

27 de junho de 2011 às 00:30

Angélico Vieira chama-se de facto Sandro Milton Vieira Angélico e podia ter sido logo famoso à nascença. Nasceu na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, a cinco minutos da meia-noite de 31 de Dezembro de 1982. Por três centenas de segundos não foi logo bebé do ano. Esperou quase 20 anos para se tornar ídolo na série ‘Morangos com Açúcar', a cantar como David dos D'ZRT. Transformou de seguida tudo em realidade.

Na sua adolescência, imitava Michael Jackson diante da televisão a ver os fantásticos vídeos do seu cantor favorito. E também se sentia um pouco Michael Jordan quando jogava basquetebol, a modalidade desportiva que mais o entusiasma.

Enquanto crescia, estudou para gestor de empresas e experimentou também ganhar algum dinheiro. Achou fantástico, aos 16 anos, ir trabalhar durante o Verão para uma editora, sobretudo porque no fim do mês recebeu o ordenado. E arranjou mais algum dinheiro para gastos ao tornar-se modelo na agência DLX Models. Foi nessa altura que lhe surgiu a oportunidade de poder fazer o que mais gostava. Entrou como David para a série de TV ‘Morangos com Açúcar' e num ápice conquistou à maneira do seu ídolo Michael Jackson uma multidão de fãs. Muitas raparigas, algumas bastante atrevidas, e o país das crianças.

Música, televisão e cinema - esteve excelente em ‘20,13', de Joaquim Leitão, sobre a guerra em África - tornaram-no um ídolo nacional. E ele correspondeu sem abdicar do sonho. Em superpoderes, revelou preferir a possibilidade de voar. E voou para o êxito.

ÍDOLO RECONHECIDO A UM PÚBLICO FIEL

As pessoas saírem de casa para irem ouvi-lo cantar representa para Angélico Vieira uma grande deferência. Que depois ainda o aplaudam calorosamente fá-lo subir ao ‘Sétimo Céu'. Ele sente uma enorme felicidade de actuar em palco rodeado de tanto carinho. E quer retribuir tudo.

A afectividade é o segredo do êxito e, desde que começou a interpretar o papel de David nos ‘Morangos com Açúcar', lançou pontes em várias direcções. A sua relação com Rita Pereira valeu-lhe uma auréola de herói do romance, e a simpatia e a boa disposição aumentaram-lhe muito a legião de admiradores. E teve o cuidado de não desiludir ninguém. Quer sempre ser doce como o chocolate. Um dia elegeu como melhor cartaz do espectáculo uma pancarta a dizer ‘Angélico é como o chocolate, mesmo sem fome apetece sempre dar uma trinca'. Diz que passou toda a actuação a lê-lo e sentiu-se muito divertido.

Pelo público, Angélico Vieira diverte--se até a fazer sacrifícios e nunca se cansa. Acha de verdade que os aplausos, os olhares e o prazer dos espectadores são a maior motivação. O que solta o talento.

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