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Correio da Manhã

Portugal
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Obras obrigam a demolições

O prolongamento da linha vermelha do Metro até ao aeroporto da Portela vai obrigar a demolir duas moradias, a realojar temporariamente 40 famílias durante cerca de seis meses e definitivamente outras quatro e deverá provocar danos em, pelo menos, 91 edifícios.
2 de Setembro de 2005 às 00:00
Segundo o estudo de impacto ambiental do prolongamento desta linha entre Oriente e Aeroporto, cuja fase de consulta pública se prolonga até 27 de Setembro, os residentes e as actividades económicas daquela zona são os principais prejudicados pela construção da linha e novas estações.
O estudo refere que o projecto de execução admite que a obra poderá vir a provocar danos de carácter estético, facilmente reparáveis (fissurações), em cerca de 91 edifícios, estando previsto o seu tratamento posterior. Será ainda necessário proceder a intervenções prévias (nomeadamente, reforço de fundações) em mais 15 edifícios, viadutos, condutas e outras estruturas, para evitar “potenciais danos de carácter estrutural decorrentes da execução da obra”. Para além disso, vai ainda obrigar à desocupação do Externato Nacional de Moscavide, que deverá ficar em instalações provisórias durante dois anos.
Para minimizar estes impactos, recomenda-se ao Metropolitano de Lisboa que adopte uma série de medidas de minimização, incluindo informação à população e criação de um serviço de atendimento para esclarecimentos e eventuais reclamações.
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