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Correio da Manhã

Portugal
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Pai de tailandesa decapitada em Leça da Palmeira morre com desgosto

Homem perdeu a vida devido a problemas de coração, pouco depois de saber do crime que vitimou a filha.
24 de Abril de 2019 às 13:20
Natchaya Saranyaphat, de 41 anos, terá sido decapitada pela patroa e pelo marido desta dias antes de a sua cabeça ter sido encontrada
Sangam é suspeita do crime
Massagista tailandesa
Cabeça de mulher encontrada dentro de saco de plástico em praia de Leça da Palmeira
Cabeça de mulher encontrada dentro de saco de plástico em praia de Leça da Palmeira
Natchaya Saranyaphat, de 41 anos, terá sido decapitada pela patroa e pelo marido desta dias antes de a sua cabeça ter sido encontrada
Sangam é suspeita do crime
Massagista tailandesa
Cabeça de mulher encontrada dentro de saco de plástico em praia de Leça da Palmeira
Cabeça de mulher encontrada dentro de saco de plástico em praia de Leça da Palmeira
Natchaya Saranyaphat, de 41 anos, terá sido decapitada pela patroa e pelo marido desta dias antes de a sua cabeça ter sido encontrada
Sangam é suspeita do crime
Massagista tailandesa
Cabeça de mulher encontrada dentro de saco de plástico em praia de Leça da Palmeira
Cabeça de mulher encontrada dentro de saco de plástico em praia de Leça da Palmeira

A família de Natchaya Jenrob está em choque, destroçada e revoltada depois da morte da massagista, de 40 anos. O pai não conseguiu superar a dor e morreu no início deste mês de abril. A família diz que foi por desgosto, tendo em conta que o homem perdeu a vida devido a problemas de coração, pouco depois de saber do crime que vitimou a filha. 

A tailandesa foi assassinada e decapitada em março deste ano, em Matosinhos. A cabeça foi encontrada na praia de Leça da palmeira e foi difícil chegar à identidade da massagista, por ninguém ter participado o desaparecimento.

Os investigadores chegaram à patroa de Natchaya que disse que a empregada e melhor amiga tinha saído do salão e nunca mais tinha voltado. É agora a principal suspeita do crime, que teve como motivação uma dívida de 10 mil euros. Depois contou com a ajuda do marido para se desfazer do corpo.

A família da massagista quer realizar as cerimónias fúnebres na terra natal, mas não tem dinheiro nem para a transladação do corpo e por isso já pediu ajuda às autoridades. O irmão mais velho de Natchaya relata que a tailandesa tinha uma relação próxima dos pais e enviava todos os meses 200 euros para os progenitores. Agora só querem justiça e que os responsáveis pela morte da massagista sejam severamente punidos.

A polícia tailandesa continua à procura do cúmplice do crime, que fugiu após o assassinato.

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