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Pais de militar da GNR que morreu em serviço esperam há 13 anos por pensão de sobrevivência. Veja agora na CMTV

Bruno Chainho morreu aos 31 anos em serviço. Foi atingido a tiro na cabeça por homem que se barricou durante sete horas dentro de um restaurante no Pinhal Novo, em Palmela.

23 de abril de 2026 às 21:28

Há treze anos que os pais de Bruno Chainho, o militar da GNR morto com um tiro na cabeça em serviço, esperam pela pensão de sobrevivência a que têm direito. Bruno, de 31 anos, morreu em 2013 a salvar vítimas de um sequestro no Pinhal Novo, em Palmela, que durou sete horas. Num dia em que Bruno era suposto estar de folga, mas a vontade de ajudar um colega pesou e disponibilizou-se a trabalhar.

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