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Correio da Manhã

Portugal
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Pais de professora desaparecida no mar revoltados com amigo

Família diz que homem colocou Laureana em perigo. Tragédia ocorreu no Porto.
Ana Isabel Fonseca e Paulo Jorge Duarte 27 de Novembro de 2017 às 01:30
Laureana Pinto
Manuel Pinto e Cacilda Sousa, pais da docente
Laureana Pinto está desaparecida no mar desde o início da madrugada de sábado
Laureana Pinto está desaparecida no mar desde o início da madrugada de sábado
Laureana Pinto está desaparecida no mar desde o início da madrugada de sábado
Laureana Pinto
Laureana Pinto
Laureana Pinto
Laureana Pinto
Laureana Pinto
Laureana Pinto
Manuel Pinto e Cacilda Sousa, pais da docente
Laureana Pinto está desaparecida no mar desde o início da madrugada de sábado
Laureana Pinto está desaparecida no mar desde o início da madrugada de sábado
Laureana Pinto está desaparecida no mar desde o início da madrugada de sábado
Laureana Pinto
Laureana Pinto
Laureana Pinto
Laureana Pinto
Laureana Pinto
Laureana Pinto
Manuel Pinto e Cacilda Sousa, pais da docente
Laureana Pinto está desaparecida no mar desde o início da madrugada de sábado
Laureana Pinto está desaparecida no mar desde o início da madrugada de sábado
Laureana Pinto está desaparecida no mar desde o início da madrugada de sábado
Laureana Pinto
Laureana Pinto
Laureana Pinto
Laureana Pinto
Laureana Pinto
A revolta é muita entre a família de Laureana Pinto, a professora de Vila Nova de Gaia que desapareceu após um naufrágio junto ao Castelo do Queijo, no Porto, no sábado de madrugada.

Os pais da mulher, que tem 40 anos e não 35 como foi divulgado, dizem que o amigo com quem a docente estava, e que sobreviveu ao acidente, colocou Laureana numa situação de perigo. A mulher tem uma filha de 4 anos e um rapaz de 11.

"Estas pessoas que nascem junto ao mar estão convencidas de que são lobos do mar, que sabem tudo e convencem os outros disso. Ele foi um cobarde, agarrou-se ao barco e só pensou em safar-se, mas a minha filha ficou lá", disse o pai Manuel Pinto, que agora apenas quer "fazer o funeral da filha".

Laureana e o amigo, Miguel Forte, de 45 anos e que é casado, conheceram-se na faculdade, onde estão a fazer um mestrado. A Polícia Marítima, que ontem continuou com as buscas, já ouviu Miguel Forte, que no dia do acidente terá ingerido bebidas alcoólicas durante um jantar com Laureana.

O homem diz que ele e a docente foram projetados do barco.

PORMENORES 
Família sem esperança
A família da docente, que é natural de Castelo de Paiva, já não tem esperança que a mulher seja encontrada com vida e só pede que o corpo apareça.

Apoio psicológico
Foi um tio de Laureana, que é PSP, que teve de pedir à câmara que enviasse psicólogos para apoiar os pais da docente, que estão devastados.

Filho sabe da tragédia
O filho mais velho de Laureana está com o pai e já soube da tragédia. Já a menina está a ser protegida pelos familiares.
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