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Correio da Manhã

Portugal
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Pedido internamento para mãe homicida

Ministério Público entende que Susana Pereira deve ser condenada por homicídio simples.
Fátima Vilaça 8 de Março de 2017 às 08:49
Susana Pereira acabou detida em julho de 2016
Local onde mulher atirou o filho
Susana Pereira e o filho Carlinhos
Buscas decorreram durante 26 horas no rio Cávado e mobilizaram bombeiros e mergulhadores das corporações de Barcelos e Barcelinhos, Taipas, Famalicenses e Esposende
Susana Pereira atirou-se de ponte com Carlinhos, o filho de 6 anos
Susana Pereira acabou detida em julho de 2016
Local onde mulher atirou o filho
Susana Pereira e o filho Carlinhos
Buscas decorreram durante 26 horas no rio Cávado e mobilizaram bombeiros e mergulhadores das corporações de Barcelos e Barcelinhos, Taipas, Famalicenses e Esposende
Susana Pereira atirou-se de ponte com Carlinhos, o filho de 6 anos
Susana Pereira acabou detida em julho de 2016
Local onde mulher atirou o filho
Susana Pereira e o filho Carlinhos
Buscas decorreram durante 26 horas no rio Cávado e mobilizaram bombeiros e mergulhadores das corporações de Barcelos e Barcelinhos, Taipas, Famalicenses e Esposende
Susana Pereira atirou-se de ponte com Carlinhos, o filho de 6 anos
O Ministério Público de Braga quer que a mulher de 37 anos que, em junho do ano passado, se lançou ao rio Cávado, em Barcelos, com o filho de seis anos ao colo, cumpra pena de prisão numa instituição de saúde mental.

Susana Pereira, que está a ser julgada pelo homicídio qualificado do próprio filho, pode ver o tribunal aplicar-lhe uma pena entre os 8 e os 12 anos de cadeia, já que o procurador titular do processo entende que a mãe homicida não estava no pleno uso das suas faculdades mentais, quando decidiu lançar-se ao Cávado com o filho ao colo.

A leitura do acórdão está marcada para a próxima quarta-feira.

A mulher, que desde julho do ano passado está internada na Casa de Saúde do Bom Jesus, em Braga, com pulseira eletrónica, esteve presente em todas as sessões do julgamento, que decorreu à porta fechada, e também vai assistir à leitura do acórdão, no próximo dia 15. Tal como nas sessões anteriores, a mãe homicida, que continua fortemente medicada, tem sido acompanhada por um profissional de saúde. E é a debilidade do seu estado mental que leva o MP a pedir que Susana cumpra a pena numa unidade de saúde adequada ao seu estado.

O Ministério Público diz, na acusação, que Susana terá agido por vingança, por acreditar que o marido lhe era infiel. O marido e pai de Carlinhos, que é assistente no processo, preferiu não falar em julgamento. Susana contou como planeou as duas mortes, mas não se lembra de se ter lançado ao rio.
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