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Correio da Manhã

Portugal
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Advogada diz que Pedro Dias fala em fevereiro, antes das alegações finais

Sessões finais do julgamento marcadas para os dias 15 e 16 de fevereiro
Alexandre Salgueiro e J.C.M. 5 de Janeiro de 2018 às 10:41
Pedro Dias
A advogada Mónica Quintela
Pedro Dias ainda não falou, mas família diz que rezava para que Liliane sobrevivesse. Surge em tribunal com crucifixo ao peito
Pedro Dias
Pedro Dias
A advogada Mónica Quintela
Pedro Dias ainda não falou, mas família diz que rezava para que Liliane sobrevivesse. Surge em tribunal com crucifixo ao peito
Pedro Dias
Pedro Dias
A advogada Mónica Quintela
Pedro Dias ainda não falou, mas família diz que rezava para que Liliane sobrevivesse. Surge em tribunal com crucifixo ao peito
Pedro Dias
Mónica Quintela, advogada de Pedro Dias disse esta sexta-feira que o seu cliente vai falar no Tribunal da Guarda "antes das alegações finais", marcadas para os próximos dias 15 e 16 de fevereiro.

Ainda não foi esta esta sexta-feira que Pedro Dias falou no julgamento do caso de triplo homicídio - o chamado massacre de Aguiar da Beira -, que decorre no tribunal da guarda.

Mónica Quintela, advogada de Pedro Dias, justifica o adiamento com o facto de a defesa ainda não ter recebido documentos que considera fundamentais, como os exames periciais a António Ferreira, o militar da GNR que sobreviveu ao ataque ou o relatório social relativo ao próprio Pedro Dias.

Na sessão desta sexta-feira, que terminou por volta das 11.00, depôs a namorada de Carlos Caetano, o GNR assassinado em Aguiar da Beira, no âmbito do processo cível que decorre em paralelo ao processo crime.

Pedro Dias prometeu falar durante o julgamento, mas continua, sessão após sessão, a manter-se calado perante os testemunhos dramáticos dos familiares e amigos das três vítimas mortais e das duas outras pessoas sequestradas e agredidos durante a sua fuga.
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