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Correio da Manhã

Portugal
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PJ detém suspeito de atear fogo na Póvoa de Lanhoso

67 pessoas já foram detidas este ano por este tipo de crimes.
9 de Setembro de 2016 às 18:35
Polícia Judiciária, PJ, fogo, acidentes e desastres, incêndios, crime, lei e justiça
Polícia Judiciária, PJ, fogo, acidentes e desastres, incêndios, crime, lei e justiça FOTO: Edgar Martins
A Polícia Judiciária (PJ) deteve um homem suspeito de ter ateado um incêndio na Póvoa de Lanhoso, em Braga, elevando para 67 o número de alegados incendiários identificados e detidos no país.

Em comunicado, a PJ referiu que, em colaboração com o Departamento de Investigação Criminal (DIC) de Braga, deteve fora de flagrante delito o presumível autor de um "grave" fogo florestal ocorrido a 05 de setembro, naquela localidade.

O incêndio consumiu cerca de 70 hectares de floresta, entre pinheiros, mato e eucaliptos, provocando danos em casas, obrigando à retirada de pessoas, disse.

Esta força policial explicou que o fogo só não atingiu maiores proporções devido à "rápida e eficaz" intervenção de populares e bombeiros, que contaram com o apoio de meios aéreos.

"O arguido atuou motivado apenas pelo desejo de observar a intervenção dos bombeiros no combate aos incêndios, utilizando um isqueiro para atear os incêndios e fazendo-se transportar numa mota pelas matas", revelou.

O detido, sem ocupação laboral, vai ser presente às autoridades judiciárias para primeiro interrogatório judicial.
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