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Correio da Manhã

Portugal
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PJ salva projetos para combater o terrorismo

Diretor Nacional da Judiciária defende que 'secretas' devem ter acesso a dados das comunicações.
Sérgio A. Vitorino 12 de Outubro de 2018 às 08:57
Luís Neves é o diretor nacional da PJ
Equipa liderada por Luís Neves
Luís Neves, novo diretor da Polícia Judiciária
Luís Neves é o diretor nacional da PJ
Equipa liderada por Luís Neves
Luís Neves, novo diretor da Polícia Judiciária
Luís Neves é o diretor nacional da PJ
Equipa liderada por Luís Neves
Luís Neves, novo diretor da Polícia Judiciária
A Polícia Judiciária vai dar um salto tecnológico no combate ao terrorismo, tendo realizado uma "engenharia financeira" para "salvar" oito projetos na área, afirmou Luís Neves, diretor nacional daquela força de investigação, numa conferência sobre terrorismo realizada ontem no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, em Lisboa.

"Nesta área [terrorismo] a informação tem de correr com rapidez, trabalhada no momento", disse Luís Neves, defendendo abertura e ação conjunta entre quem faz prevenção, os serviços de informações, a investigação criminal e a segurança pública. Revelou que a PJ "nada tem contra, pelo contrário", à permissão dos serviços de informações acederem aos metadados (rasto informático de dados como a localização ou listagens de chamadas) de suspeitos.

"Apenas reforça o trabalho conjunto que queremos fazer", afirmou Luís Neves. Neiva da Cruz, diretor do SIS, revelou que a ameaça em Portugal "mantém-se moderada". Mas que é "elevada" na Europa. "Há espaço para progredir, uniformizar quadros legais, criar cultura de segurança e sermos mais proativos", disse.
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