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Correio da Manhã

Portugal
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Planta ou pesticida causam morte a dois amigos

Homens perderam a vida em caminhada de sobrevivência.
João Nuno Pepino 8 de Maio de 2017 às 01:34
Filipe e Ricardo no início da caminhada
Local onde os corpos foram encontrados, num terreno perto de Alcanhões
Plantas que as vítimas comeram
Homens estavam a preticar geocaching
Homens estavam a preticar geocaching
Homens estavam a preticar geocaching
Homens estavam a preticar geocaching
Homens estavam a preticar geocaching
Filipe e Ricardo no início da caminhada
Local onde os corpos foram encontrados, num terreno perto de Alcanhões
Plantas que as vítimas comeram
Homens estavam a preticar geocaching
Homens estavam a preticar geocaching
Homens estavam a preticar geocaching
Homens estavam a preticar geocaching
Homens estavam a preticar geocaching
Filipe e Ricardo no início da caminhada
Local onde os corpos foram encontrados, num terreno perto de Alcanhões
Plantas que as vítimas comeram
Homens estavam a preticar geocaching
Homens estavam a preticar geocaching
Homens estavam a preticar geocaching
Homens estavam a preticar geocaching
Homens estavam a preticar geocaching
Os dois amigos que apareceram mortos no sábado num terreno agrícola perto de Alcanhões, no c
oncelho de Santarém, terão sido vítimas de envenenamento involuntário.

Ricardo Marques, militar da Força Aérea de 35 anos, natural de Alpiarça, e Filipe Namora, de 43 anos, residente em
Santarém, decidiram fazer uma prova de resistência na natureza, ao longo de 36 horas.

Durante a caminhada pelo campo terão comido alguma raiz de planta venenosa ou um produto hortícola com pesticidas, mas só a autópsia, marcada para hoje, vai esclarecer em concreto o que provocou estas duas mortes.
Ao longo da aventura, Filipe Namora foi publicando fotos e respondendo a comentários na sua página da rede social Facebook; num deles, escreveu horas antes de ter sido encontrado morto, que andava a comer "funcho" e "cenouras do mato".

Segundo o CM apurou, os dois amigos andaram cerca de nove quilómetros antes de Ricardo Marques se ter sentido indisposto. Filipe ligou para o 112 a pedir auxílio, mas conseguiu apenas explicar que estavam a poucos quilómetros de Pernes, junto a uma conduta da linha de água da EPAL. Depois, também se terá sentido mal.

Quando os Bombeiros Voluntários de Pernes os encontraram, cerca de 40 minutos após a última comunicação com Filipe, nenhum dos amigos apresentava sinais de vida. Junto aos corpos, estavam garrafas de água e uma mochila com mantimentos e equipamento para passarem a noite na natureza.
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