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Correio da Manhã

Portugal
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Polícia marítima apreende 900 kg de peixe e marisco apanhados ilegalmente

Operação em Vila Real de Santo António resultou na apreensão de carga que ia seguir para Espanha.
24 de Janeiro de 2018 às 09:57
Polícia Marítima apreende peixe pescado ilegalmente em Vila Real de Santo António
Polícia Marítima apreende peixe pescado ilegalmente em Vila Real de Santo António
Polícia Marítima apreende peixe pescado ilegalmente em Vila Real de Santo António
Polícia Marítima apreende peixe pescado ilegalmente em Vila Real de Santo António
Polícia Marítima apreende peixe pescado ilegalmente em Vila Real de Santo António
Polícia Marítima apreende peixe pescado ilegalmente em Vila Real de Santo António
Polícia Marítima apreende peixe pescado ilegalmente em Vila Real de Santo António
Polícia Marítima apreende peixe pescado ilegalmente em Vila Real de Santo António
Polícia Marítima apreende peixe pescado ilegalmente em Vila Real de Santo António
Polícia Marítima apreende peixe pescado ilegalmente em Vila Real de Santo António
Polícia Marítima apreende peixe pescado ilegalmente em Vila Real de Santo António
Polícia Marítima apreende peixe pescado ilegalmente em Vila Real de Santo António

A Polícia Marítima de Vila Real de Santo António apreendeu na noite desta terça-feira um arrastão de pavilhão português, a cerca de 5 milhas (9,2 km) da praia de Monte Gordo, com espécies protegidas capturadas a bordo e com a arte de pesca ilegal.

?Segundo o comunicado da Marinha, "o navio tinha a bordo cerca de 300 Kg de crustáceos, cuja captura se encontra interdita até ao final do mês de janeiro, e cerca de 600 Kg de pescado, entre eles o tamboril que atualmente também se encontra no defeso".

O arrastão, pertencente a um armador espanhol, encontrava-se a navegar em direção para Espanha, para posteriormente vender o pescado capturado.

Rede ilegal e porão falso
O comunicado da Marinha revela que a a tripulação escondeu propositadamente os crustáceos, recorrendo a um porão falso: "A rede que se encontrava montada no tambor do arrastão estava ilegal, por não ter as características técnicas previstas na lei. O navio tinha ainda um porão falso, onde estavam os crustáceos armazenados e dissimulados".

O navio foi encaminhado  para o porto de Vila Real de Santo António,  onde descarregou o pescado capturado ilegalmente. O pescado apreendido, por estar fresco e não ser possível devolver ao seu habitat natural, foi entregue na lota de Vila Real de Santo António, devendo o produto da venda reverter a favor do Estado Português.

O armador e o mestre do arrastão incorrem em várias contraordenações, com uma graduação que pode ir ate aos 125 mil euros.

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