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Correio da Manhã

Portugal
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POLÍCIAS INVESTIGADOS

O comandante da PSP de Chaves é acusado por colegas de “branquear” uma acção em que um agente da PJ foi interceptado a conduzir sob o efeito de 1,49 gramas/litro de álcool no sangue.
23 de Agosto de 2003 às 02:00
POLÍCIAS INVESTIGADOS
POLÍCIAS INVESTIGADOS FOTO: cm
A acção de fiscalização ocorreu no dia 9 de Julho, à entrada de Chaves, quando um condutor que se identificou como inspector da PJ foi ‘apanhado’ no teste de alcoolemia. Na altura, um dos agentes terá aventado a hipótese de o aparelho estar avariado, depois de o segundo teste ter acusado 1,43 g/l.
A responsável pela patrulha, chefe Ana Maria Brás, ordenou que o condutor fosse levado à esquadra para, em novo aparelho, dissipar dúvidas, mas dois dos agentes presentes terão intercedido para que o mesmo não fosse detido.
O condutor acabou mesmo por ser levado e um dos agentes terá, alegadamente, usado um teste experimental feito por um colega e que acusava 0,00 g/l, dizendo que este foi soprado pelo detido, o que permitiu que fosse mandado em liberdade. Ao tomar conhecimento, via rádio, deste resultado, a chefe Ana Maria Brás deslocou-se ao local onde a viatura do inspector da PJ estava estacionada. Acabou por seguir o polícia e verificou que a condução era feita aos ziguezagues e em contramão.
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