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Correio da Manhã

Portugal
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Portugal vai gastar 43 milhões de euros em armas

Estado português vai comprar mais de 18 mil armas ligeiras para o Exército.
Lusa 6 de Junho de 2017 às 18:34
Militares do Exército português participaram ontem, na Figueira da Foz, no exercício Orion09, destinado a testar as capacidades da Força Operacional Permanente. Resgates com helicópteros e a apresentação dos blindados Pandur 8x8 estiveram em destaque. (Paulo Novais, Lusa)
Militares do Exército português participaram ontem, na Figueira da Foz, no exercício Orion09, destinado a testar as capacidades da Força Operacional Permanente. Resgates com helicópteros e a apresentação dos blindados Pandur 8x8 estiveram em destaque. (Paulo Novais, Lusa)
O Estado português vai comprar mais de 18 mil armas ligeiras para o Exército, através da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), com um orçamento estimado de 42,8 milhões de euros até 2022.

Em comunicado divulgado esta terça-feira, o Governo adianta que foi autorizada pelo ministro da Defesa, Azeredo Lopes, "o procedimento de formação contratual", já "inscrito na Lei de Programação Militar" com vista à aquisição das armas.

"Este investimento na modernização do armamento ligeiro será realizado através da 'NATO Support and Procurement Agency' (agência especializada em compras militares), entre 2017 e 2022, não podendo exceder os 42,828 milhões de euros", lê-se ainda no texto, que sublinha tratar-se de um projeto "estruturante" para aquele ramo das Forças Armadas lusas, "constituindo a plataforma de tiro que garante múltiplas capacidades da ação".

Ainda segundo o Ministério da Defesa, "a atual família de armamento ligeiro encontra-se ao serviço do exército desde a década de 1960" e a intenção é adquirir "11.000 espingardas automáticas (5,56 mm), 300 espingardas automáticas (7,62 mm), 830 metralhadoras ligeiras, 320 metralhadoras médias, 450 espingardas de precisão, 1.700 lança granadas, 380 caçadeiras e 3.400 aparelhos de apontaria".

"O Ministro da Defesa Nacional determinou ainda a constituição de uma equipa de missão para negociar os termos e as condições da contratação, tendo delegado no Chefe do Estado-Maior do Exército as competências para outorgar o respetivo contrato, assim como a prática de todos os atos necessários à condução do procedimento", conclui o texto.
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