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Correio da Manhã

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Presidente da República destaca papel de Fernando Pádua na promoção da literacia em saúde

Cardiologista morreu aos 95 anos.
Lusa 8 de Dezembro de 2022 às 16:31
Cardiologista Fernando Pádua morreu aos 55 anos
Cardiologista Fernando Pádua morreu aos 55 anos FOTO: Pedro Simões
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou, esta quinta-feira, a morte do cardiologista Fernando de Pádua, realçando o seu papel na promoção da literacia em saúde.

Fernando de Pádua foi um "brilhante cardiologista e excelente comunicador, que ao longo de tantos anos se destacou na promoção da literacia em saúde", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, numa mensagem publicada na página oficial da Presidência da República.

"À sua família, amigos, antigos colegas e alunos manifesta profundo pesar pelo seu falecimento e apresenta as mais sentidas condolências", acrescentou.

O cardiologista Frenado de Pádua, conhecido como "o médico do coração" pelas lutas que encetou contra o tabagismo e o abuso do sal, morreu esta quinta-feira aos 95 anos de idade, anunciou a Fundação com o seu nome.

Professor catedrático jubilado e presidente do Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva, Fernando de Pádua fez o curso na Faculdade de Medicina de Lisboa e uma pós-graduação em Cardiologia em Harvard.

Foi fundador da Fundação Portuguesa de Cardiologia e cofundador da Sociedade Internacional de Eletrocardiografia.

Em 1997 recebeu a Medalha de Ouro por Serviços Distintos, entregue pela ministra da Saúde na altura, Maria de Belém Roseira, e, em 2005, foi agraciado com o Grande Colar de "Oficial da Ordem de Santiago da Espada" pelo Presidente da República Jorge Sampaio.

Em 2007, recebeu o Prémio Nacional de Saúde, atribuído pela Direção Geral da Saúde (DGS). O júri deste galardão reconheceu "o pioneirismo e a dedicação do trabalho de promoção e prevenção" realizado pelo médico cardiologista.

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