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Correio da Manhã

Portugal
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Primark paga a cliente após humilhação em frente aos filhos em Gondomar

Homem foi acusado de pagar compras com uma nota falsa.
Ana Silva Monteiro 30 de Outubro de 2018 às 01:30
Homem foi acusado pela Primark do centro comercial Parque Nascente, em Rio Tinto, de ter pagado com nota falsa
Primark condenada a pagar 1500 euros a cliente humilhado
Lojas Primark
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Homem foi acusado pela Primark do centro comercial Parque Nascente, em Rio Tinto, de ter pagado com nota falsa
Primark condenada a pagar 1500 euros a cliente humilhado
Lojas Primark
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Homem foi acusado pela Primark do centro comercial Parque Nascente, em Rio Tinto, de ter pagado com nota falsa
Primark condenada a pagar 1500 euros a cliente humilhado
Lojas Primark
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Um homem de 45 anos que foi humilhado na loja Primark exigiu o pagamento de 24 mil euros de indemnização, após ter sido detido pela PSP no centro comercial Parque Nascente, em Rio Tinto, Gondomar, por alegadamente ter tentado pagar a roupa para os filhos com uma nota de 50 euros falsa.

O caso ocorreu em 2015 e seis meses depois veio a confirmar-se que a nota, afinal, era verdadeira.

A multinacional não apresentou qualquer contestação sobre o valor pedido e o Tribunal de Gondomar - que deu razão ao cliente - decretou o pagamento de uma indemnização no valor de 1500 euros. Manuel Ferreira não aceita o valor e vai recorrer da decisão.

"Fiquei chocado. Os 1500 euros não pagam nem o erro que cometeram, nem o facto de o meu cliente ter ficado psicologicamente afetado, já que foi detido em frente aos dois filhos menores. Ele teve que ser seguido por um psiquiatra, toma medicação e não consegue entrar em áreas comerciais", diz ao CM Miranda Pinto, advogado do arguido.

O caso ocorreu a 6 de junho de 2015. Manuel Ferreira, juntamente com a mulher e os dois filhos, naturais de Penafiel, foram ao centro comercial Parque Nascente para comprar roupa para os mais pequenos. Foi ao pagar as compras que a funcionária, que passou os 50 euros por um detetor, disse que o dinheiro era falso.

A PSP foi chamada ao local e, perante os clientes e funcionários da loja, Manuel foi levado para a esquadra. O homem alegou ser inocente, o que se veio a confirmar seis meses depois do sucedido.
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