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Correio da Manhã

Portugal
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Prisão preventiva e domiciliária por cartas de condução falsas

Dois dos seis detidos na investigação sobre a falsificação de cartas de condução vão aguardar o desenrolar do processo em prisão preventiva e um outro ficará em prisão domiciliária, por decisão do juiz de instrução criminal que os interrogou, divulgou hoje o Ministério Público.
26 de Maio de 2011 às 20:26
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cartas de condução, falsificação, DIAP, prião domiciliária, preventiva, julgamento, investigação FOTO: Jorge Paula

De acordo com informação do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de  Lisboa, um quarto arguido foi sujeito a suspensão de funções e os dois restantes  arguidos foram sujeitos à medida de proibição de contactos, por decisão  do juiz.

Segundo o DIAP, a investigação respeita, "entre outros factos de natureza  semelhante", à emissão de cartas de condução e guias de substituição a favor  de pessoas que não têm carta de condução ou que têm a carta apreendida ou  sujeita a restrições. 

O DIAP esclarece que o actuação da rede incidia sobretudo nos Serviços  Centrais e na Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo do Instituto da  Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT), mas "descortinaram-se ligações  a outros serviços públicos". 

Seis pessoas, incluindo funcionários do IMTT e um funcionário de uma  Conservatória, foram detidas terça-feira pela PJ no âmbito de uma investigação  que envolver cerca de 80 buscas, segundo fonte policial, que adiantou existirem  suspeitas de corrupção ativa e passiva e falsificação de documentos.

Os suspeitos começaram a ser ouvidos na quarta-feira por um juiz de  instrução criminal no 4/o Juízo Criminal nos Campus da Justiça, Lisboa. 

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