Procurador deixa cair acusações de tortura e ódio de polícias

Magistrado considera que não há prova para condenar 17 arguidos pelos crimes mais graves.
Por Miguel Curado|13.02.19
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O Ministério Público deixou cair as acusações de ódio racial e tortura por não haver prova contra os 17 agentes da PSP da Amadora, julgados em Sintra por acontecimentos ocorridos a 5 de fevereiro de 2015, no bairro da Cova da Moura e junto à esquadra de Alfragide.

No entanto, o procurador Manuel das Dores sublinha que o caso foi "grave", com agressões e sequestros, e expedientes policiais falsificados para "branquear a violência".

Os 17 arguidos, acusados ainda de denúncia caluniosa, injúria, ofensas à integridade, e testemunho falso, chegaram ontem às alegações finais fardados.

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