Professora foi drogada duas vezes antes de ser morta e queimada pela filha

Diana Fialho e o marido desfizeram comprimidos na água que vítima bebeu, no Montijo.
Por Magali Pinto|12.09.18
Amélia Fialho foi drogada duas vezes antes de morrer. A professora, de 59 anos, do Montijo, não sabia que na água que bebia todos os dias ao jantar, devido a uma dieta especial, tinham sido desfeitos vários medicamentos que a deixaram tonta.

Filha desfere pancadas fatais e queima corpo de professora do Montijo
Subiu ao quarto após comer, mas voltou a descer poucos minutos depois para comunicar à filha Diana e ao genro Iuri que estava maldisposta, ao que os dois homicidas, já com o crime planeado, aconselharam a mulher a beber mais um pouco de água.

Em poucos minutos, Amélia Fialho ficou inconsciente começando o ataque brutal. Foi agredida com um martelo na cabeça e depois o corpo foi incendiado, na zona de Pegões.

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