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Correio da Manhã

Portugal
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Proteção Civil deve horas extra aos operadores de central do CDOS

Socorro da tragédia de Borba ainda está por pagar. Operadores falam em "represálias".
Daniela Vilar Santos e Susana Pereira Oliveira 31 de Março de 2019 às 10:46
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Os operadores de central de emergência do CDOS de Évora não receberam o pagamento pelo serviço prestado na tragédia da queda da estrada em Borba, em novembro.

O CM teve acesso a um ofício dirigido ao presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) onde os trabalhadores pedem explicações sobre "o não pagamento no ano corrente de 2019 dos dias de feriado trabalhados e o trabalho extraordinário".

Um operador de central contou ao CM a posição dos operacionais: "Desde que começámos a ter reuniões para resolver a situação da mudança de carreira, estamos a sofrer represálias por parte da ANPC".

Caso a situação não seja regularizada, estes ponderam fazer greve às horas extraordinárias e garantem continuar a protestar contra a revisão das carreiras do Estado.

Os profissionais vão perder cerca de 300 euros do seu vencimento com a integração na tabela salarial da Função Pública.

O CM pediu esclarecimentos à ANPC mas, até ao fecho da edição, não obteve resposta.
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