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Correio da Manhã

Portugal
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PSP interroga viúva de Lamego

Agentes vão falar com Celeste, que escapou à tragédia.
Miguel Curado 16 de Abril de 2017 às 01:30
Explosão em pirotecnia de Lamego
Hélder Neto, 37 anos
Vítor Costa, 39 anos
Joaquim Pereira, 33 anos. Susana Pereira, 29 anos
Egas Sequeira, 51 anos
Samuel Pinto, 29 anos
David Miguel Mendes, 37 anos
Ana Baptista, 22 anos
Explosão em pirotecnia de Lamego
Hélder Neto, 37 anos
Vítor Costa, 39 anos
Joaquim Pereira, 33 anos. Susana Pereira, 29 anos
Egas Sequeira, 51 anos
Samuel Pinto, 29 anos
David Miguel Mendes, 37 anos
Ana Baptista, 22 anos
Explosão em pirotecnia de Lamego
Hélder Neto, 37 anos
Vítor Costa, 39 anos
Joaquim Pereira, 33 anos. Susana Pereira, 29 anos
Egas Sequeira, 51 anos
Samuel Pinto, 29 anos
David Miguel Mendes, 37 anos
Ana Baptista, 22 anos
Os agentes do Departamento de Armas e Explosivos da PSP preparam- -se para, muito em breve, interrogar Celeste Sequeira, viúva de Egas Sequeira, proprietário da pirotécnica de Avões, Lamego. O empresário morreu nas explosões de 4 de abril, que arrasaram por completo a empresa, causando mais 7 vítimas.

A investigação da Polícia de Segurança Pública, iniciada logo nos momentos que se seguiram às explosões em Avões, visa apurar a causa direta dos rebentamentos mortais e identificar exatamente a quantidade de explosivos que se encontravam no interior da empresa Egas Sequeira Pirotécnica no momento em que a mesma ficou destruída.

Celeste Sequeira, de 50 anos, e conforme o CM já tinha noticiado, saiu das instalações da empresa do marido momentos antes da tragédia ocorrer. Consigo estava a filha Mónica, de 27 anos, que também ficou viúva na tragédia. David Miguel Mendes, de 37 anos, genro de Egas e Celeste Sequeira, ficou na empresa e veio a morrer.

Ao que o CM apurou, os investigadores da PSP querem saber com exatidão que trabalhos estavam a ser feitos no momento dos rebentamentos. A laboração do dia já teria terminado e as explosões terão ocorrido quando se procedia ao carregamento ou descarregamento de viaturas com caixas de pólvora. As sucessivas detonações ocorreram devido a causas que permanecem por apurar. O CM sabe que a PSP espera ter conclusões finais da investigação no espaço de duas a quatro semanas.
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