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Correio da Manhã

Portugal

Quatro bombeiros feridos e oito empresas destruídas

Operacional que é o ferido mais grave, de 40 anos, tem 95% do corpo queimado, incluindo as vias aéreas.
Cláudia Machado e Rui Pedro Vieira 14 de Julho de 2020 às 01:30
Helicóptero do INEM transportou os dois feridos mais graves, no fogo de Castro Verde, para Lisboa
Complexo de oito empresas ficou totalmente destruído em Castelo de Paiva
Fogo de grandes dimensões consome várias fábricas em Castelo de Paiva
Helicóptero do INEM transportou os dois feridos mais graves, no fogo de Castro Verde, para Lisboa
Complexo de oito empresas ficou totalmente destruído em Castelo de Paiva
Fogo de grandes dimensões consome várias fábricas em Castelo de Paiva
Helicóptero do INEM transportou os dois feridos mais graves, no fogo de Castro Verde, para Lisboa
Complexo de oito empresas ficou totalmente destruído em Castelo de Paiva
Fogo de grandes dimensões consome várias fábricas em Castelo de Paiva
Três grandes incêndios lançaram, esta segunda-feira ao fim da tarde, o alarme em Castro Verde, Castelo de Paiva e Abrantes. O caso mais grave foi o fogo que deflagrou às 17h07, no distrito de Beja, e que feriu quatro bombeiros. Um dos operacionais, de 40 anos, é considerado a vítima mais grave, com queimaduras de 2º e 3º graus em 95% do corpo, incluindo as vias aéreas. Um outro bombeiro, de 29 anos, tem queimaduras em 50% do corpo. Ambos foram helitransportados pelo INEM de Évora para Lisboa. Um foi para o Hospital de Santa Maria e outro para o São José. Os outros dois atingidos sofreram ferimentos ligeiros.

No combate às chamas de Castro Verde estiveram empenhados 152 operacionais, com 52 viaturas e quatro meios aéreos. O fogo obrigou ao corte de trânsito no IP2 e na estrada nacional 123.


As autoridades tentaram também contactar um pastor, que frequenta a zona onde deflagrou o fogo, e só pelas 20h30 foi possível confirmar que este se encontrava bem, em casa.

Já na zona industrial de Felgueiras, em Castelo de Paiva, um grande incêndio deflagrou pelas 18h30 e devastou oito empresas do Centro de Apoio à Criação de Empresas do Vale do Sousa e Baixo Tâmega, dedicadas ao calçado e outras indústrias, e que contam com cerca de 500 funcionários. No local, estiveram 170 operacionais, incluindo os Bombeiros Voluntários de Castelo de Paiva, 52 viaturas, elementos da GNR e vários trabalhadores das empresas destruídas, que temem agora vir a perder o emprego.

Um outro fogo, em mato, esteve a ameaçar várias casas na tarde desta segunda-feira, na Ribeira da Brunheta, em Abrantes. Ao que o CM apurou, 171 bombeiros estiveram no local, assim como dez meios aéreos. O alerta foi dado cerca das 17h20. À hora do fecho desta edição, este incêndio estava ativo, mas dado como dominado pelos operacionais.
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