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Correio da Manhã

Portugal
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Quatro reclusos incendeiam celas

Ocorrências aconteceram no espaço de 15 dias no Estabelecimento Prisional de Leiria, com 18 guardas de baixa.
Isabel Jordão 2 de Agosto de 2017 às 09:03
Guardas extinguiram as chamas, ateadas em colchões do estabelecimento prisional de Leiria destinado a jovens
Estabelecimento Prisional de Leiria
Estabelecimento Prisional de Leiria
Estabelecimento Prisional de Leiria
Estabelecimento Prisional de Leiria
Estabelecimento Prisional de Leiria
Guardas extinguiram as chamas, ateadas em colchões do estabelecimento prisional de Leiria destinado a jovens
Estabelecimento Prisional de Leiria
Estabelecimento Prisional de Leiria
Estabelecimento Prisional de Leiria
Estabelecimento Prisional de Leiria
Estabelecimento Prisional de Leiria
Guardas extinguiram as chamas, ateadas em colchões do estabelecimento prisional de Leiria destinado a jovens
Estabelecimento Prisional de Leiria
Estabelecimento Prisional de Leiria
Estabelecimento Prisional de Leiria
Estabelecimento Prisional de Leiria
Estabelecimento Prisional de Leiria
Um recluso de 19 anos, que está a cumprir pena no Estabelecimento Prisional de Leiria destinado a jovens, antiga prisão-escola, incendiou o colchão onde dorme, obrigando à intervenção dos guardas. Estes tiveram de evacuar a cela, levando o recluso para um lugar seguro, para depois apagarem as chamas. O caso ocorreu segunda-feira e foi o quarto em menos de duas semanas.

Nesta última ocorrência, pelas 19h00 de segunda-feira, os guardas prisionais detetaram as chamas de imediato e apagaram-nas com os extintores de incêndio da cadeia. Não houve feridos, mas a cela ficou com as paredes negras por causa do fumo. A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) já anunciou "a abertura de [mais] um processo para apurar as causas e as circunstâncias do incidente". 


É o quarto processo instaurado desde o dia 19 de julho, em que um recluso sofreu queimaduras graves na sequência de um incêndio que ateou na própria cela. Já teve alta hospitalar, estando a convalescer numa enfermaria prisional. Na semana passada, nos dias 26 e 29, outros dois reclusos lançaram fogo aos colchões das próprias celas, mas a pronta intervenção dos guardas evitou que sofressem queimaduras.

A DGRSP diz ao CM que estes comportamentos dos reclusos "são sempre imprevisíveis e imponderáveis". Para evitar que se repitam, estão a ser feitos esforços para "reforçar a segurança e a vigilância". Nesta cadeia de Leiria, conforme o CM já noticiou, dezoito dos 75 guardas estão de baixa médica.
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