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Correio da Manhã

Portugal
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Quatro ciclistas julgados por doparem colegas

Atletas federados, mas amadores, tomavam substância proibidas.
Miguel Curado 21 de Maio de 2016 às 18:20
Ciclistas acusados transacionavam substâncias que estão proibidas a nível mundial e que foram apreendidas pela PJ
Ciclistas acusados transacionavam substâncias que estão proibidas a nível mundial e que foram apreendidas pela PJ FOTO: Vítor Mota
Quatro ciclistas federados, mas amadores, da zona de Leiria, e outros três homens, foram acusados pelo Ministério Público de integrarem uma rede de fornecimento organizado de substâncias e tratamentos dopantes a outros ciclistas.

A investigação, tutelada pela 9ª Secção do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, está relacionada com a grande operação desencadeada pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ após a morte de um ciclista profissional em 2008. Nessa operação, foram apreendidos milhares de comprimidos e esteroides usados ilegalmente no desporto.

No inquérito do DIAP de Lisboa agora encerrado, os investigadores encontraram prova de que os sete arguidos venderam a ciclistas e outros desportistas substâncias proibidas como o EPO (aumenta os glóbulos vermelhos), ou o TB-500 (droga injetável que aumenta a massa muscular).

Os arguidos geriam ainda um gabinete ilegal no qual os atletas agora acusados faziam tratamentos com ozono, para melhorar o desempenho desportivo nas provas.
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